Débora Bergamasco recebe Dr. Paulo Hoff no próximo Poder em Foco

Publicado há 3 anos
Por João Paulo Reis
Publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio

No Poder em Foco do próximo domingo, 13 de maio, Débora Bergamasco recebe o Dr. Paulo Hoff. Um dos mais respeitados oncologistas do país, ele responderá perguntas feitas por Débora e pelos jornalistas convidados Diogo Sponchiato, Simone Queiroz e Fabiana Cambricoli, falando na entrevista sobre o trabalho do Instituto do Câncer de São Paulo e as diferenças no tratamento oferecido na rede pública em comparação à rede privada. O paranaense de 49 anos comenta ainda a responsabilidade em tratar algumas das principais autoridades do país como Lula, Dilma, Fernando Lugo e José Alencar e dá sua opinião sobre os testes no combate à doença com fosfoetanolamina.

O médico, autor de 20 livros e com mais de 200 artigos científicos em revistas internacionais, fala ainda sobre os tipos de câncer existentes e as dificuldades de cada um. “Hoje, com a tecnologia atual, mais de 60% dos pacientes com câncer são curados. Então, já existe cura do câncer. Infelizmente, o que nós temos é um problema de uma fatia grande dos pacientes que ainda não tem o benefício desse cura. Nós temos que desenvolver esses tratamentos mais eficientes com foco nesses pacientes que sofrem e morrem de uma doença gravíssima que é o câncer”, diz ele sobre o acesso a tratamentos.

Continua depois da publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio

Leia também: Conheça Nestor, personagem de Francisco Cuoco em Segundo Sol, nova novela das 21h

Questionado sobre o estudo da ‘pílula do câncer’, ele afirma: “Foi feita a inclusão de um número razoável de pacientes e em determinado momento nós detectamos que, naquela dose, da maneira como estava sendo utilizado, o resultado estava muito aquém daquele necessário para se continuar explorando o produto. Então, houve um suspensão de novos pacientes. O estudo não foi suspenso. Há pacientes no estudo até hoje que foram incluídos antes da suspensão. O estudo não terminou e as conclusões não saíram ainda. Mas, realmente, dentro do que foi investigado, ela deixou a desejar em relação ao que nós esperávamos”.

Publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio

Carregar mais