Danilo Gentili conversa com sommelier Manoel Beato no The Noite desta segunda

Publicado há 2 anos
Por João Paulo Reis
Publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio

Nesta segunda-feira (20), Danilo Gentili conversa com um dos mais importantes sommeliers do Brasil, Manoel Beato no The Noite. Considerado uma autoridade no universo dos vinhos, ele atua na área desde os anos 80. E é o homem à frente da adega do renomado restaurante Fasano há 27 anos, de segunda a sábado.

Leia também: Luiza Brunet surge deslumbrante em vestido decotado

Continua depois da publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio

Manoel conta que começou como garçom e explica quais as atribuições de sua função atual. Ele também fala sobre seu estudo de outros elementos. Tais como queijo, cerveja, cachaça, rum, uísque, conhaque e até charutos, citando harmonizações e características de alguns deles.

Casado com uma sommelier, ele fala de seu projeto VinoBeato, um workshop sobre vinho, afirmando ainda que gosta de beber vinho “do jeito normal” e explicando a diferença entre o vinho branco, o tinto e o rose. Manoel ainda comenta os erros mais comuns das pessoas que acreditam entender de vinhos e cita os tipos de uva mais conhecidos.

Danilo Gentili conversa com o pianista Cristian Budu no The Noite

Nesta sexta-feira (17), Danilo Gentili conversa com Cristian Budu no The Noite. Fenômeno na música clássica, ele é um pianista brasileiro filho de romenos que conquistou uma vitória inesperada no “Concurso Internacional de Piano Clara Haskil”. Ele fala na entrevista sobre o feito.

“Normalmente os pianistas fazem carreira em concurso. Eu chutei o balde e falei pra minha professora que iria fazer esse concurso, achando que não iria passar da primeira fase”. Ele também relembra como começou na área: “foi por acaso, mas não foi. Tinha um pianinho em casa que meu pai ganhou e eu brincava nele”.

Leia também: No ar em folhetim da Globo, em 2013, Adriane Galisteu disse que só faria novela se estivesse passando fome

Após tocar um prelúdio de Chopin, ele afirma que tocou sem partituras. Teve que decorar tudo o que iria tocar na final do concurso Clara Haskil. “Julgamento artístico é subjetivo. Se fosse outra banca, outro dia, poderia outra pessoa ter ganhado. Mas também é expressão, conteúdo expressivo”, comenta.

Cristian também recorda um momento inusitado da competição, quando não achou que estaria entre os finalistas e saiu para beber após a semifinal: “estavam me esperando para começar a cerimônia dos finalistas e tiveram que começar sem mim. Ficou chato. Cheguei cheirando a suor e cerveja”.

Publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio