Daniel Dantas elogia Novo Mundo: “A novela me lembrou da importância dos povos indígenas”

O ator comenta a importância de Padre Olinto, seu personagem

Publicado há 4 meses
Por André Santana
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Em Novo Mundo, Padre Olinto (Daniel Dantas) veio jovem para o Brasil e rebelou-se contra a visão da Igreja Católica sobre os índios. Passou a viver junto a eles na aldeia e tornou-se um grande defensor de suas causas.

Quando Joaquim (Chay Suede) esteve com os Tucarés pode aprender muito com os ensinamentos do padre, assim como aconteceu com Piatã (Rodrigo Simas), que precisou do apoio dele para se entender índio.

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Nos últimos capítulos da novela, Olinto retribuiu a amizade dos jovens e se colocou à disposição para salvar Anna (Isabelle Drummond) e a filha Vitória das mãos de Thomas (Gabriel Braga Nunes).

Ele se passou por um oficial inglês para conseguir a confiança do dono da casa, prendeu Miss Liu (Luana Tanaka) e Nívea (Viétia Zangrandi), funcionárias do oficial, e facilitou a entrada de Piatã e de Jacira (Giullia Buscacio) para salvarem Vitória.

E com a Feira de Curiosidade tomando conta da cidade nos capítulos dessa semana, Joaquim planeja uma fuga épica com o sucesso da ação dos amigos. Ele aproveita o momento da exposição de um balão durante o evento e parte para mais uma aventura dentro dele com Anna, Vitória e Quinzinho (Theo de Almeida), provocando a ira de Thomas.

Na entrevista abaixo, Daniel Dantas relembra momentos de Novo Mundo.

Como você recebeu a notícia da volta da novela?

Adorei a novela ter voltado. É uma novela que eu gostaria de rever várias coisas. Não só minhas, como de outros atores. Foi uma novela conduzida lindamente e muito bem escrita. Eu adorei ver. Realmente é uma novela muito bonita e bem-feita. Foi muito legal tê-la de volta.

Qual a importância desse personagem na sua carreira?

A novela tem uma coisa muito legal. Para mim, foi a primeira vez que eu arrisquei fazer um sotaque em uma novela inteira a sério. Foi legal ver durante a primeira exibição e com o pouco que vi agora na segunda poder ficar relativamente satisfeito com o resultado. Ela tem isso de bacana pra mim e eu adorava o personagem. Achava ele muito legal. Nem sempre é muito fácil a gente definir o que aprendeu com uma determinada experiência.

A gente aprende sempre, mas às vezes não sabe muito bem o que é. A novela me lembrou, principalmente, de uma das coisas mais importantes, que foi a importância dos povos indígenas, dos que foram os donos e são os donos reais dessa terra e que estão correndo muito risco hoje em dia. E como é terrível em muitos casos, quase sempre, a chegada do homem branco do estrangeiro, do europeu, em terras que já estão previamente ocupadas. Mas a gente sempre aprende alguma coisa.

Como tem passado esses dias de isolamento?

Passo uma boa parte do tempo lendo, decorando o texto da Ilíada o canto I, que um dia eu quero fazer com o público, mas que por enquanto a única perspectiva é eventualmente fazer por internet. Então estou decorando, discutindo e esperando para poder voltar a gravar, ou melhor, começar a gravar a próxima novela das nove. Por enquanto, os planos são esses: olhando textos pra ler, trabalhar e fazer.

E estou tomando muito cuidado com tudo. Usando álcool, lavando a mão, máscara, luva dependendo da situação, mantendo a distância social, morrendo de saudades das pessoas que não posso ver pessoalmente, mas é isso. Esse é o momento que a gente está vivendo. Não adianta fingir que não está acontecendo.

Novo Mundo é escrita por Thereza Falcão e Alessandro Marson, com Duba Elia, João Brandão e Renê Belmonte e tem direção artística de Vinícius Coimbra e direção de André Câmara, João Paulo Jabur, Bruno Safadi, Guto de Arruda Botelho e Pedro Brenelli.

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