Conheça a história de O Bem-Amado, que retorna no Globoplay

A novela tem uma história bastante inusitada e curiosa

Publicadohá pouco tempo
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Trama de grande sucesso em 1973, O Bem-Amado está retornando e agora no Globoplay. O folhetim é uma adaptação de Dias Gomes de sua peça Odorico, O Bem-Amado e Os Mistérios do Amor e da Morte, de 1962. Novela ficou famosa por criticar o Brasil do regime militar.

A produção satirizou o cotidiano de uma cidade fictícia no litoral baiano e a figura dos chamados coronéis, que eram políticos e fazendeiros que exerciam autoridade sobre a população local agindo de forma totalmente autoritária.

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Um outro grande destaque, foi por conta de ser a primeira telenovela em cores da televisão brasileira. O nome da novela se refere a Odorico Paraguaçu (Paulo Gracindo), candidato a prefeito de Sucupira que não passa de um grande corrupto adorado população.

O Bem-Amado usa um slogan nada comum para se eleger na cidade, já que a cidade não tem cemitério e os moradores precisam viajar para enterrar seus mortos. E consegue vencer com a proposta de criar um cemitério, mas que não inaugura por não morrer ninguém.

Por conta disso, ele decide liberar a volta à cidade do matador Zeca Diabo (Lima Duarte), com a garantia de que ele não será preso. Há a esperança de que ele mate alguém e lhe arranje um defunto. Porém, ele nem imaginava que Zeca Diabo voltaria sem a intenção de matar ninguém.

Mesmo tendo grandes aliados, o prefeito sofre com fortes opositores a sua administração corrupta, como a família Medrado, que é comandada Donana (Zilka Sallaberry), uma delegada em exercício na cidade depois que seu marido, o delegado Joca Medrado (Ferreira Leite), ficou paraplégico.

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