Confira curiosidades de Cabocla, nova novela do Globoplay

Vanessa Giácomo e Daniel de Oliveira são os protagonistas

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O projeto do resgate de novelas clássicas no Globoplay ganha um novo capítulo nesta segunda-feira (12). Sucesso na TV brasileira em mais de uma ocasião, a novela Cabocla chega agora ao catálogo do serviço de streaming da Globo, junto a outros títulos que marcaram a dramaturgia da emissora.

A seguir, você relembra conosco algumas curiosidades dos bastidores dessa obra inesquecível.

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Benedito Ruy Barbosa (Divulgação)

Das páginas para as telas

Assim como muitos folhetins e minisséries conhecidos do grande público, a história de Cabocla nasceu não na TV, mas na literatura. O ponto de partida para a obra de Benedito Ruy Barbosa foi o livro homônimo de Ribeiro Couto, publicado originalmente pela editora Tecnoprint, em 1931.

Boa parte dos personagens da telinha já estavam presentes na versão romanceada, como Boanerges (Tony Ramos), Zé da Estação (Otávio Augusto), Bina (Jussara Freire), Emerenciana (Patrícia Pillar) e, claro, os protagonistas, Zuca (Vanessa Giácomo) e Luís Jerônimo (Daniel de Oliveira) – no livro chamado apenas de Jerônimo.

Glória Pires e Fábio Jr. na primeira versão diária de Cabocla (Reprodução / Globo)

Versões anteriores

Antes da obra rodada em 2004, Cabocla foi adaptada para telenovela em outras duas ocasiões prévias. A primeira se deu em 1959, na extinta TV Rio, em um período em que os folhetins ainda não eram diários, indo ao ar de duas a três vezes por semana. Nesta edição, Glauce Rocha e Sebastião Vasconcelos viveram Zuca e Luís Jerônimo.

Passadas exatas duas décadas, Benedito Ruy Barbosa marcou época ao produzir, para a TV Globo, a primeira versão diária de Cabocla. Com Glória Pires e Fábio Jr. como os mocinhos, a história se tornou em êxito memorável da faixa das 18h, fato que motivou o canal a investir, 25 anos depois, em um remake da história.

Trecho de Cabocla em sua exibição no canal Viva (Reprodução/Viva)

Boa de audiência

A Cabocla de 2004, aliás, foi a versão que mais contabilizou exibições na TV brasileira, indo ao ar nada menos que três vezes. Sua transmissão original se deu de maio a novembro daquele ano, em 167 capítulos. Poucos anos depois, em 2008, a trama foi reprisada no Vale a Pena Ver de Novo, reeditada em 105 episódios.

Mais recentemente, uma segunda reapresentação aconteceu na TV paga, no canal Viva, onde a história foi retransmitida entre outubro de 2019 e abril de 2020. Em todas essas entregas, a resposta em audiência foi favorabilíssima.

Sebastião Vasconcelos como Felício em Cabocla (Divulgação / Globo)

Figurinhas ‘repetidas’

Alguns atores do elenco de Cabocla já haviam participado de versões anteriores da história. É o caso, por exemplo, de Sebastião Vasconcelos. Intérprete de Felício na obra de 2004, ele dera vida ao protagonista Luís Jerônimo na filmagem de 1959.

Também de Cosme dos Santos, que vivera Zaqueu na versão de 1979 e retornou no remake como Nastácio, antagonista do próprio Zaqueu – agora desempenhado por Alexandre Rodrigues.

Vanessa Giácomo (Zuca) e Daniel de Oliveira (Luís Jerônimo) em Cabocla (Divulgação/TV Globo)

A vida imita a arte

Zuca representou a estreia de Vanessa Giácomo como atriz de televisão. Além de ter arrancado elogios de público e crítica por seu desempenho, ela também teve uma excelente química com seu par na trama, Daniel de Oliveira – a tal ponto de os dois se envolverem na vida real!

Vanessa e Daniel se casaram em 2007 e tiveram dois filhos, Raul e Moisés – hoje com 13 e 10 anos de idade -, vindo a se divorciar em outubro de 2012. Atualmente, Daniel é casada com a também atriz Sophie Charlotte, com quem Vanessa parece ter uma ótima relação.

O mais curioso, entretanto, é que um fato idêntico ocorreu com os protagonistas da anterior versão de Cabocla, Fábio Jr. e Glória Pires. Eles se apaixonaram nos bastidores da trama de 1979 e foram casados até 1983. Dessa união, nasceu Cleo Pires – que chegou a ser cotada para o papel de Zuca antes da escolha de Giácomo.

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