Como Será? estreia a nova temporada da série Expedição Urbana

Publicado há 3 anos
Por Endrigo Annyston
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O que torna uma cidade um bom lugar para se viver? De que maneira podemos usufruir do espaço público em benefício próprio e de todos os moradores? Como cidadãos comuns podem melhorar o lugar em que vivem? Com o objetivo de descobrir como modificar de forma simples a qualidade de vida nas grandes cidades brasileiras, o ‘Como Será?’ estreia a nova temporada da série ‘Expedição Urbana’. Neste primeiro episódio, o repórter Renato Cunha mostra como é importante para uma cidade redescobrir e redefinir seus espaços urbanos. Em São Paulo, os paulistanos estão conseguindo transformar lugares que, nos dias de semana, são destinados ao movimento intenso de carros em áreas de lazer nos fins de semana. Renato vai de bicicleta até a Avenida Paulista, a mais emblemática de São Paulo, o Parque Minhocão e a Vila Butantan, para conversar com músicos, ciclistas, artistas e famílias inteiras aproveitando o fim de semana nestes endereços ressignificados. Para explicar o fenômeno, Renato conversa com o arquiteto e urbanista Milton Braga, professor da USP.

No estúdio, Sandra Annenberg recebe quatro convidados para debater diferentes tipos de preconceito: o pesquisador Gustavo Barreto, o sociólogo e ativista de direitos humanos Renan Quinalha, a psicóloga Maria Aparecida Silva Bento e a historiadora Carolina Rocha. A conversa passa pela definição de preconceito e em que meios ele aflora. Além dos tipos de discriminação mais conhecidos e claramente identificados na sociedade, como homofobia, racismo e machismo, eles também falam sobre outros que vêm crescendo, como gordofobia, intolerância religiosa e preconceito musical.

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O ‘Como Será?’ também leva ao ar o ‘Hoje é dia de mentira’, em celebração à data celebrada em 01 de abril. O historiador Milton Teixeira conta a Alexandre Henderson as cinco maiores mentiras da História do Brasil. Em outra reportagem, um especialista em linguagem corporal dá dicas infalíveis para descobrir se alguém não está falando a verdade. Nas ruas de São Paulo, Alexandre convida uma psicóloga para analisar a necessidade que o ser humano tem de mentir. Será que existe alguma mentira boa? Por fim, o repórter acompanha uma dupla de contadores de causo no ‘Festival da Mentira Como Será?’, com um troféu Pinóquio para as mentiras mais criativas.

Uma reportagem de Campinas apresenta Sofia, de 7 anos, filha de uma artista plástica e que desde cedo foi incentivada a pintar. A pequena artista usa seu dom para ajudar o amigo Vinícius, de 12 anos, que tem glaucoma. Como prova de sua amizade, ela montou uma exposição com seus quadros para ajudar a arrecadar fundos para que Vinícius faça uma cirurgia.

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