Como Será? conta a história da Bossa Nova, que completou 60 anos em 2018

Publicado há 2 anos
Por João Paulo Reis
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O Como será? deste sábado (01), traz uma sessentona que é a coisa mais linda e cheia de graça. A Bossa Nova. Para falar sobre o estilo musical que encantou o mundo e que neste ano completou bodas de diamante, Alexandre Henderson vai a Copacabana, no Rio de Janeiro, para conhecer um pouco da história da Bossa Nova.

Com a ajuda de grandes compositores e intérpretes do estilo – como Roberto Menescal, Leny Andrade, Marcos Valle e Fernanda Takai –, Alexandre relembra memórias de uma turma bronzeada da zona sul carioca. Turma essa que se reunia no apartamento da jovem cantora Nara Leão. Lá circularam os maiores nomes da então novata bossa.

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O Beco das Garrafas, um dos points que agregava a turma nos anos 1960 e 1970, o sucesso internacional do estilo e da música ‘Garota de Ipanema’ – uma das mais famosas do mundo – também fazem parte desse sonoro bate-papo.

Partiu Férias

Por falar em comemorações, neste sábado o programa apresenta o primeiro episódio da nova temporada da série ‘Partiu Férias’. Para isso, o telespectador será convidado a conhecer a Praia do Canto Verde, em Beberibe. Um local onde o turismo é todo mantido pelos próprios moradores. Lá é possível não só relaxar e aproveitar, como se divertir e se deliciar com o cotidiano dos pescadores.

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Já a série ‘Destino Berlim-Viena’ se despede do ‘Como Será?’, mostrando que inovação também faz parte da cultura de Viena. Com o objetivo de praticar o consumo consciente e a solidariedade, os moradores criaram uma biblioteca das coisas. Lá é possível encontrar mais de 700 objetos, que vão de espremedor de laranja a barraca de camping, sem pagar nada por eles.

Heróis possíveis para causas impossíveis

O quadro ‘Heróis possíveis para causas impossíveis’ apresenta a história do biólogo Gustavo Martinelli. Ele é um herói silencioso que contribui com a proteção de quem não tem voz, mas é essencial para a preservação da vida no planeta: a flora. Gustavo, que há 46 anos trabalha em meio às mais diversas espécies de plantas do Brasil e do mundo, é coordenador do Centro Nacional de Conservação da Flora, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Ele passa a vida rodando o país em busca de plantas ameaçadas de extinção.

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