Com narração de Glória Pires, Mise en Scéne estreia no Globoplay

Documentário brasileiro concorre no Festival Independente de Cinema de Toronto

Publicado em 1/9/2021
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Através do processo criativo de diversos artistas, o documentário Mise en Scène: a Artesania do Artista, novidade do Globoplay, busca ressaltar a importância da arte, que é pensada a partir da obra do filósofo Rainer Maria Rilke.

O filme, idealizado por Maytê Piragibe, Leandro Pagliaro e Manuh Fontes – que também assina a direção e roteiro –, busca tratar a arte como modo fundamental da existência alcançando o que muitas vezes nos parece distante, assustador ou intocável e pode ser definido como um manifesto pela arte, um documentário que retrata a melancolia das reflexões de um artista até a criação e o mergulho em seus personagens.

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“A minha ideia no filme, foi a partir do processo criativo dos atores pensar sobre um tema maior: a importância da arte em nossas vidas. Acredito que independente da profissão, somos todos artistas por vocação”, explica a diretora Manuh Fontes.

Já para a atriz Camila Pitanga, que participa do doc, o mergulho nesse universo a fez compreender o quão importante é pensar sobre a vida, sobre a morte e sobre recomeços: “O que nos desperta a criar alguma coisa? No filme somos nós atores falando sobre isso, entendendo essa dimensão criativa, pois todo trabalho é um recomeço. Estou muito feliz de testemunhar o lançamento porque falar sobre a artesania do artista é falar sobre a artesania da criação que pode estar em todas as áreas”, conta.

Disponível no Globoplay com exclusividade desde esta quarta-feira (1), o filme – que concorre como melhor documentário no Festival Independente de Cinema de Toronto e também será exibido no Festival Internacional Feminino de Cinema de Toronto – traz depoimentos dos atores Antônio Fagundes, Zezé Motta, Camila Pitanga, Dira Paes, Marco Nanini, Gabriel Leone, Cássia Kis, Maytê Piragibe, Bruno Fagundes, Gustavo Miranda, Lucas Oradovschi e Maurício Flórez, com narração de Glória Pires.

Temas como a infância, vida, criação, política e morte são pensados pelos atores do filme, que através de conversas e expressões artísticas nos fazem sentir a força da arte e as diversas sensações que ela pode provocar em cada um de nós.

Esses momentos se entrelaçam com a figura misteriosa – representada por um personagem mascarado que se encontra desconectado de sua arte em um mundo solitário – e que, ao se reencontrar com memórias infantis, consegue resgatar a inocência e a pureza de uma criança que o faz retornar aos palcos teatrais.

“O que é arte de atuar? De onde brota essa energia que instiga viver outras vidas? Onde é que a gente se encontra e se perde? Nem nós mesmos sabemos as respostas, mas todos nós temos em comum a paixão. Talvez a arte do ator seja de se jogar, de entrar em cena e abismar-se. Mise en Cène é composto por amantes dessa arte. O filme é cúmplice dos atores porque vai no íntimo e permite um mergulho deste instante onde há um desnudar-se. Mise en Scène é mais que uma celebração ao ator e à arte de atuar, é poesia”, reflete a atriz Dira Paes.

“Nesse filme temos a rara chance de nos aproximarmos, suavemente, dos processos e do infinito particular e singular que constitui cada ator e artista.”, finaliza Gabriel Leone.

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