Cinco “pisões” que a Dra. Anahy deu no Casos de Família em 2017

Publicado há 3 anos
Por Guilherme Rodrigues
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No ar no SBT desde 2004, entre várias mudanças de horário, o Casos de Família segue como uma das atrações mais queridas do público da emissora.

Responsável por aconselhar os participantes no fechamento de cada edição do formato, a psicóloga Dra. Anahy D’amico rende bons momentos na produção.

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Veja cinco conselhos que a profissional deu em 2017 no programa e que podem ser levados para a vida:

“A mulher tem o direito sim de não viver com homem que a trate como objeto”

Ao ver participantes que eram atormentadas pelos homens com quem já se relacionaram, a doutora não economizou nas palavras. “Quem sabe um dia vocês tenham a oportunidade de conhecer e saber o que é um homem de verdade”.

“A carne só é fraca se o caráter não for forte”

O programa levou o caso da mulher que descobriu que era traída quando a irmã apareceu grávida do seu marido. “Nós temos o livre-arbítrio, a gente pode escolher continuar ou não. Qual é o limite pra ser traída? Qual é o limite pra ser humilhada? Eu acho que vocês precisam procurar é esse limite e eu espero que vocês encontrem”.

“Nós não precisamos de proteção, nós precisamos de respeito. De gente que entenda que temos o direito de ser o que a gente quiser”.

A atração recebeu dois casos nos quais os maridos controlavam as esposas, chegando a proibi-las de trabalhar e sair de casa. “Se você não consegue viver sozinha, você não vai viver bem com ninguém. Vivendo sozinha, você tem mais chance de encontrar uma pessoa bacana, porque você não põe a sua vida na mão da pessoa, você sabe viver sozinha”.

“Ciúme continua sendo visto como prova de amor”

Casais gays estiveram no formato e o excesso de ciúme foi o tema. “Sempre é bom entender que vocês têm a opção de não estar numa relação abusiva. É muito gostoso viver com uma pessoa que confia na gente e que você pode ter uma relação tranquila”.

“Se não houver reconhecimento de que uma coisa não está legal, não tem como haver mudança”

Mulheres foram até o programa para reclamar dos maridos que saíam com os irmãos. “Se é pra você casar pra continuar saindo com outras pessoas, não tem sentido casar”.

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