Carmo Dalla Vecchia comenta experiências com “Solanges” da vida real: “Dizia que eu era pai do filho dela”

Publicado há 2 anos
Por Felipe Brandão
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Desde que Solange (Fernanda Paes Leme) resolveu dar as caras em Malhação: Vidas Brasileiras, a rotina do Colégio Sapiência nunca mais foi a mesma. A nova diretora da escola vem apavorando não só os alunos da escola, mas também o professor Rafael (Carmo Dalla Vecchia), por quem sente uma paixão doentia e a quem vive assediando.

E engana-se quem pensa que esse tipo de coisa só acontece na ficção. O próprio intérprete do dono da ONG Percurso, Carmo Dalla Vecchia, admitiu em entrevista a André Romano, do Observatório da Televisão, que já cortou alguns dobrados na hora de encarar as “Solanges” da vida real.

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Leia mais: Em Malhação, personagem de Carmo Dalla Vecchia viverá inferno astral

“Já tive experiências [desse tipo] com alguns fãs, que me trouxeram sérios problemas. Lembro de uma fã que se hospedou no mesmo hotel em que eu estava em Nova Jerusalém e disse ‘tenho um presente pra te dar, mas está no meu quarto’. Fiquei meio sem graça, mas fui com ela até a porta do quarto dela. Quando ela abriu a porta, eu me sentei do lado de fora e fiquei esperando o presente. Ela me deu, fui embora. No outro dia, na mesa do café da manhã, ela estava chorando, achando que eu a tinha tratado mal, pelo fato, talvez, de eu não ter realizado as expectativas que eram dela”, relatou o galã global.

Meu nome (não) é Rian

“Teve um outro caso ‘sensacional’. De uma mulher que dizia que meu nome não era Carmo, era Rian, e que eu era pai do filho dela. Essa foi a mais louca de todas, porque a mulher inventou uma história imensa. Disse que havia me conhecido em Pelotas [RS], em uma festa de Carnaval, ela vestida de Lobo Mau, eu de Chapeuzinho Vermelho… [A mulher dizia que] tive um caso tórrido de amor com ela, mas ela não quis mais se relacionar comigo porque ‘descobriu’ que eu era envolvido com drogas. ‘Tomava’ chá de trombeta!”, contou Carmo, aos risos, acrescentando que Rian, por sinal, era o nome de seu personagem na primeira versão de Chiquititas, em 2000.

O ator de 48 citou ainda um terceiro caso de ‘fã alucinada’, no qual até mesmo seus colegas de trabalho acabaram afetados. “Houve uma outra mulher que me perseguiu no teatro, me levou presentes. [Depois] me perseguia direto pelo Instagram. Se eu postasse foto com alguma mulher no Instagram, ela publicava ofensas contra a pessoa. Era horrível. Ela chegou a perseguir até a Amora Mautner [diretora da Globo] no Instagram, ofendendo-a, só porque eu havia tirado uma foto abraçado a ela!”

Ficção x realidade

Com a experiência de quem topou com tantas pessoas parecidas à antagonista de seu personagem, Dalla Vecchia faz questão de elogiar a forma como a autora, Patrícia Moretzsohn, vem desenvolvendo o perfil de Solange.

“Essas histórias que contei soam até meio surreais. A Solange, em compensação, é uma personagem muito mais crível. Ela até se equivoca no início, mas, quando o Rafael tem uma crise com a Gabriela [Camila Morgado] na história, Solange se aproxima e revela um outro lado que ninguém esperava. Pessoas normais são assim. Acho que esse é o grande mérito da nossa autora: contar essa história de forma crível”, adiantou ele, apontando para uma possível redenção da diretora maligna na reta final de Vidas Brasileiras.

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