Canais Globosat batem recordes em 2018

Publicado há 2 anos
Por Henrique Carlos
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O ano de 2018, foi um ano muito bom para a Globosat, o grupo responsável pelo SporTV, Mais Globosat, Viva, GNT, Multishow, Viva, BIS, Off, Gloob, Gloobinho, Universal TV, Syfy, Studio Universal, Canal Brasil, Telecine, GloboNews, Premiere, Megapix, Off, Big Brother Brasil PPV, Combate, Playboy do Brasil, Philos TV, VIU Hub e Globosat Play, alcançou resultados históricos de audiência.

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Segundo o jornalista Flávio Ricco, a empresa se consagrou como a marca de maior audiência da TV paga brasileira, com 35% de share, que é a divisão do volume de audiência total. Mais de 800 milhões de horas foram consumidas entre janeiro e novembro deste ano. Nas plataformas de streaming do grupo e VOD (vídeo sob demanda), também obtiveram resultados bastante significativos. A média de horas assistidas entre janeiro e novembro de 2018, foi cerca de 22% maior do que o mesmo período em 2017, com o total de 9 milhões de horas assistidas ao mês.

Diretor da Globosat fala sobre a Netflix: “A estratégia definida para construir a imagem é destruidora”

Nesta segunda-feira (30), aconteceu o primeiro dia do Fórum Pay TV, evento realizado em São Paulo feito pela indústria de TV por assinatura para debater os desafios do setor, e Alberto Pecegueiro, diretor da Globosat, falou surpreendentemente sobre a Netflix, uma das principais concorrentes do serviço.

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“A Netflix tem inúmeras qualidades. Ninguém questiona a forma pela qual a companhia conseguiu usar a tecnologia a favor de um serviço e como ela consegue incorporar os novos hábitos de consumo de pessoas. Mas a estratégia definida pela empresa para construir a sua imagem é destruidora para o valor da indústria. Ninguém é capaz de fornecer uma qualidade tão grande de filmes, séries e produções a um custo tão baixo como a Netflix faz”, apontou o profissional.

O diretor ainda fez uma crítica aos que se aliaram à companhia. “Os estúdios de cinema e de produção ajudaram a alimentar o monstro ao fornecerem seus conteúdos para a Netflix e, agora, começam a rever sua estratégia. A fonte de conteúdo externo da Netflix já começa a secar e eles terão de incrementar fortemente a produção própria para suprir a ausência dos conteúdos provenientes de estúdios”, apontou, enfim, Alberto.

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