Camila Queiroz chora no Altas Horas com música e relembra preconceito na adolescência: “Por ser alta”

A atriz ficou comovida com a performance de Kell Smith e padre Fábio de Melo

Publicado em 19/09/2021 13:04
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Neste sábado (18), Camila Queiroz participou do Altas Horas e falou sobre a época que estava na escola. “Eu sofri muito preconceito por ser alta. Lembro de reclamarem muito. Até hoje em presto atenção na minha postura”, afirmou a atriz, mostrando que costuma encolher o corpo.

“Naquela época, com 12 anos de idade, fase de crescimento, puberdade, os meninos descobriram, naquela época já ultrapassada, que ‘mulher bonita tinha que ser gostosa’, e eu me encaixava zero naquele padrão. Começou a ficar ruim para o meu lado”, recordou a atriz.

“Eu gostava de jogar vôlei, handebol, e aí começavam a me excluir, ‘você é muito alta, muito magra, é o poste da turma’. É uma coisa que até hoje reverbera nas minhas redes sociais. Às vezes eu posto uma foto e falam ‘você tá muito magra, precisa comer’. Eu falo ‘gente, eu sempre fui assim, volta no Instagram que vai ver que esse sempre foi o meu corpo’”, apontou Camila.

Depois, Kell Smith entrou no palco do programa para se apresentar com o padre Fábio de Melo. A dupla cantou a música Vivendo, de autora de Kell. A canção diz num trecho ‘e para superar perder alguém que amou demais, e essa sensação de que não sou capaz, vivendo’. Camila, que perdeu o pai em 2019, chorou com a performance.  

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