Câmera Record revela a verdadeira história dos finalistas de A Fazenda

Publicado há 2 anos
Por João Paulo Reis
Publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio

O Câmera Record deste domingo, 09/12, à meia-noite, conta a emocionante trajetória dos peões que chegaram à semana final de A Fazenda. Rafael Ilha, Evandro Santo, João Zoli e Caíque Aguiar. Está entre o ex-Polegar, o humorista, o cantor e o modelo o título de uma das edições mais disputadas e acirradas do reality. Durante 80 dias, o público acompanhou de maneira apaixonada tudo o que eles e outros 12 peões viveram no confinamento.

Festas e brigas. Discussões e namoros. Disputa e companheirismo. Mas, e antes de entrar no reality? Como era a vida das celebridades que disputam o prêmio de R$1,5 milhão? O que cada um desses artistas teve que passar para chegar ao estrelato? Em uma emocionante viagem no tempo, a mãe de Rafael Ilha volta ao lugar onde o filho foi preso.

Continua depois da publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio

Leia também: Brightburn | Misterioso terror de James Gunn ganha seu primeiro teaser

Amigos de participantes de A Fazenda os descrevem no Câmera Record

“Ele ficou reduzido a um shorts, um chinelo e uma camiseta velha da favela”, descreve Sylvia Mello. Amigo de Evandro Santo, outro finalista do reality, o humorista Bola divide com ele a constante briga contra um inimigo comum: a balança. “Eu já cheguei a 130kg, hoje, estou com 103kg”, revela aos repórteres. “Tem época que o Evandro ‘tá’ beleza, mas, de repente, ele dá uma engordada, não sei se é ansiedade”, revela.

Claudio Zoli, autor de hits como “Noite do Prazer” e “À Francesa”, sucesso na voz de Marina Lima, fala sobre o sonho do filho de seguir seus passos como cantor. “Tem o peso da comparação porque sou músico e nem sempre filho de peixe, peixe é”, ressalva E ainda: como o envolvimento no episódio que culminou com a expulsão de Nadja Pessoa mexeu com a vida do finalista Caíque Aguiar fora da Fazenda? “Ele é um menino do bem”, lamenta-se a irmã Carla. “As pessoas tinham que dar uma chance de conhecer a pessoa, em vez de ficar crucificando, sabe?”, desabafa.

Publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio