Câmera Record mostra rede de exploração do trabalho infantil no comércio de cacau

Publicado há um ano
Por Muka Oliveira
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Neste
domingo (29), o Câmera Record, da Record TV, exibirá à meia-noite, uma
reportagem sobre o trabalho infantil e análogo à escravidão nas plantações que
sustentam o setor bilionário do cacau.

Com
quatro meses de investigação em três estados e documentos obtidos com
exclusividade pela Lei de Acesso à Informação, o documentário da Record TV
revela o cenário de extrema pobreza que envolve uma das grandes riquezas
brasileiras.

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Em
fazendas às margens da rodovia Transamazônica e na chamada Costa do Cacau, a
equipe do Câmera Record encontrou um rastro de pobreza e desigualdade na origem
de um setor que movimenta mais de 110 bilhões de dólares por ano (458 bilhões
de reais — 14 bilhões só no Brasil).

Em Uruçuca, na Bahia, lavradores vivem em casas sem água, luz e banheiro. No Brasil que flerta com a escravidão em pleno século XXI, tudo mesmo parece estacionado no tempo. Mateus, que trabalha no cacau há 12 anos, não tem ideia de como é um cinema. “Rapaz… Eu não sei como é, não”, revela envergonhado ao repórter.

Trabalho infantil

Em
Medicilândia, no Pará, considerada a capital brasileira do cacau, duas em cada
três famílias vivem com até meio salário mínimo.

O
jornalístico apresenta flagrantes surpreendentes de trabalho infantil durante
fiscalizações surpresa do Ministério Público do Trabalho. E as ainda mais
surpreendentes justificativas dos fazendeiros, como Raimundo ‘Nó Cego’. “(Criança trabalhar) não é exploração!”,
esbraveja. “Outra mentira muito grande
dizer que o garoto que trabalha não vai estudar porque está cansado. Mentira
isso!”.

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