Boni rechaça abordagem de Covid-19 em novelas: “Seria insuportável”

Zeca Camargo, Maria Adelaide Amaral e Joyce Pascowitch formaram a bancada da atração

Publicado há 2 meses
Por Cadu Safner
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A interrupção das novelas em decorrência da pandemia do Covid-19 foi analisada por José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, em entrevista ao Roda Viva desta segunda-feira (14). Para ele, tratar do assunto pandemia em novelas “seria insuportável“, respondeu ele a jornalista e apresentadora Vera Magalhães.

Eu espero que não venha novela sobre o Covid. Seria insuportável. Do ponto de vista de realização, não de conteúdo, há possibilidade de fazer novela através da tecnologia de computação. Se pode fazer novela inteira hoje com atores artificiais“, informou ele a bancada de entrevistadores formada por Zeca Camargo, Maria Adelaide Amaral e Joyce Pascowitch.

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No entanto, o veterano ressaltou que ainda não temos condição de fazer isso no Brasil. “Mas podemos trocar perfeitamente o beijo por alguma coisa desta natureza“, concluiu.

Maria Adelaide Amaral

Eu não assisto, não sou o público, mas participo de um grupo de autores da Globo e eles são absolutamente siderados e assistem tudo. E eu soube que as novelas turcas não tem beijo e são um sucesso internacional“, pontuou a autora de A Muralha (2000), Amores Roubados (2014), Os Maias (2001), A Lei do Amor (2016).

Eu sabia, isso foi objeto de um estudo“, respondeu Boni. “E elas tem audiência. Não é que eu esteja pregando a moralização, por favor, não me confundam com a Damares [Alves], porque eu não tenho nada a ver com ela. Muito pelo contrário, graças a Deus, que Deus e conserve assim“, sintetizou a respeitada autora.

Em tempo

Na próxima quinta-feira (17), a TV Cultura exibirá um programa especial em homenagem aos 70 anos da TV Brasileira. “Os Campeões de Audiência”. Agendada para ir ao ar às 22:15, a emissora da Fundação Padre Anchieta produziu um documentário que reúne histórias curiosas com depoimentos e registros de grandes momentos das figuras populares que fizeram a TV brasileira ser o que é.

O projeto leva a assinatura de Henrique Bacana na direção e foi inteiramente desenvolvido de maneira remota, por causa da pandemia do coronavírus. Não foram divulgados os nomes que participam da produção, no entanto, sabe-se que cerca de 20 profissionais de grande relevância nessa história foram convocados.

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