Bolsonaro critica Estatuto do Desarmamento no The Noite: “Não deu certo essa política”

Publicado há 2 anos
Por Felipe Brandão
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O presidente Jair Bolsonaro foi o convidado desta noite de quinta-feira (30) do programa The Noite, no SBT. Em longo bate papo com o apresentador Danilo Gentili, o ex-militar discorreu sobre vários pontos polêmicos tanto de sua trajetória, como de sua plataforma de governo. Entre eles, a questão do armamento da população – um dos principais pontos defendidos por Bolsonaro.

“O direito à propriedade privada é inerente à democracia. A minha casa, com todo o respeito, você só vai entrar se eu quiser. Como você garante que ninguém vai entrar na sua casa e fazer uma barbaridade com a sua família? Tendo uma forma de reagir”, ponderou o presidente a respeito do assunto.

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“A Venezuela foi desarmada em 2012, com participação do Lula, do Movimento Viva Rio, entre outros. Olha como estão lá. A arma defende o cidadão de um estado opressor, coisa que o povo venezuelano não teve chance de fazer. Todas as ditaduras foram precedidas de políticas desarmamentistas”, argumentou também.

Bolsonaro foi além e criticou diretamente a própria política de desarmamento que se instaurou no Brasil a partir de 2006. “É a certeza de que se vai encontrar o cidadão desarmado é o que faz com que a violência cresça. Desde quando veio o Estatuto do Desarmamento, a violência só aumentou no Brasil. Não deu certo essa política!”

O representante do Partido Social Liberal (PSL) destacou ainda o que enxerga como primeiros efeitos positivos das mudanças que vem implantando neste segmento.

“O meu primeiro decreto da posse de arma de fogo foi no final de janeiro, começo de fevereiro. O número de homicídios [a partir daí] diminuiu em torno de 24% – se é por causa disso, não sei. Se tivesse aumentado, a culpa era minha. Invasões do MST praticamente não existiram nesse primeiro trimestre”, enumerou.

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