Bebeth em Pega Pega, Valentina Herszage dá detalhes de personagem na nova novela das 7: “Sensualidade”

Atriz interpreta Flávia, uma das protagonistas de Quanto Mais Vida, Melhor!

Publicado em 28/10/2021 16:02
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Valentina Herszage, que faz sucesso como a Bebeth em Pega Pega, atual novela da faixa das 19h, está no elenco da próxima trama do horário: Quanto Mais Vida, Melhor!, escrita pelo estreante Mauro Wilson.

No novo folhetim, a atriz interpreta Flávia (Valentina Herszage) que estará na aeronave de Guilherme Monteiro (Mateus Solano), onde já estão Neném (Vladimir Brichta) e Paula Terrare (Giovanna Antonelli). Contudo, o avião cai que eles estavam vai mudar completamente a vida deles, que são os protagonistas da história.

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Em entrevista, Valentina adianta detalhes da personagem, como foi o processo de criação e os desafios encontrados nesse percurso. Acompanhe!

Como você define a Flávia?

A Flávia é uma alma livre. É uma jovem se arriscando e procurando o amor. Buscando seus sentidos na vida, querendo amar e se sentir amada.

Quais são suas referências e inspirações para vivê-la?

Lembro da Natalie Portman no filme Closer por conta de uma peruca rosa igual a dela que a Flávia usa quando vira a Pink, esse alter ego que ela assume quando ela está dançando no pole dance. E uma outra grande referência é a Rita Lee, inclusive na novela tem uma música que a Flávia canta chamada Ambição. Com a direção, entendemos que a música diz muito sobre ela, sobre esse caminho e novas descobertas que ela está percorrendo.

Qual o maior desafio de interpretá-la?

É encontrar essa sensualidade, esse empoderamento e combinar isso tudo com uma fragilidade, uma humanidade. E também foi uma delícia descobrir todos esses lugares em mim.

Teve dificuldade para aprender o pole dance? Já tinha experiência com dança antes?

Tive bastante dificuldade, porque o pole dance é muito difícil. É uma expressão artística, uma dança, mas você precisa de força e de técnica. Você precisa se sentir, se curtir na hora que está praticando. E isso foi uma das coisas mais bonitas que a Ju Natal, minha preparadora de pole dance, me transmitiu durante a preparação, que eu tenho que me curtir no pole dance, que tem que aproveitar o momento e curtir a dança. Eu fiz 13 anos de jazz, mas, definitivamente, é muito diferente e eu amei fazer e quero continuar aprendendo e fazendo aula.

E para cantar? já tinha tido experiência com o canto?

Eu amo cantar. Eu fiz 13 anos de uma escola que eu fazia dança, sapateado, canto, teatro e circo. E eu sempre me conectei muito com o teatro, claro, e muito com o canto, que sempre me acompanhou durante a minha vida. Eu vim da série ‘Hebe’, em que eu fazia a Hebe Camargo na fase jovem, quando ela era cantora. Acabei de vir de um trabalho em que eu estudei música também, e aprendia as músicas da Carmem Miranda. Então, para mim, cantar é sempre uma bênção. É sempre presente.

Fale um pouco sobre a relação dela com o pai e com a madrasta:

A relação da Flávia com seu pai, o Juca (Fabio Herford), é uma das coisas mais bonitas da história dela, porque existe muito afeto, muito amor e também um entendimento de que o pai vive circunscrito naquele casamento com a Odete (Luciana Paes). É um homem sem muita atitude de fato. A Flávia cresceu na noite, tendo que se virar, mas tem muito amor ali. E ela e a madrasta não se dão bem. Elas se bicam e tem tudo a ver com essa disputa afetiva pelo Juca.

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