Ator de muitos trabalhos, por pouco Emiliano Queiroz não trocou de lado e virou autor

O Juca Cipó de Irmãos Coragem e o Dirceu Borboleta de O Bem-amado são papéis célebres da carreira do cearense

Publicado há uma hora
Por Fábio Costa
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Em 1936, já no dia 1º de janeiro, a cidade cearense de Aracati viu nascer um de seus filhos ilustres: Emiliano Queiroz, ator de mais de 60 anos de carreira. Antes mesmo de se consagrar em emissoras de TV do Sudeste, ele foi um dos principais integrantes do cast da TV Ceará em seus primeiros anos. Lá ele escreveu, dirigiu, produziu e atuou.

Também já em seus primeiros anos, a TV Globo passou a contar com o talento de Emiliano Queiroz em suas produções de teledramaturgia. Inclusive como autor: a supervisora Glória Magadan apostou nele para adaptar A Toutinegra do Moinho, de Émile de Richebourg, que virou Anastácia, a Mulher Sem Destino (1967).

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Por pouco Emiliano não se tornou um dos nossos autores de telenovelas de vez. Mas a experiência foi tumultuada e ele seguiu na TV apenas como ator, em trabalhos históricos como o Juca Cipó de Irmãos Coragem (1970) – de cujo remake em 1995 também participara, como Dr. Maciel -, e o Dirceu Borboleta, de O Bem-amado, em novela (1973) e em série (anos 1980).

Recentemente, Emiliano Queiroz esteve no elenco de duas elogiadas novelas das 18h da TV Globo: Espelho da Vida (2018/19), de Elizabeth Jhin, e Éramos Seis (2019/20), de Ângela Chaves. O Vale a Pena do Observatório da TV fala sobre ele nesta semana. Confira o vídeo!

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