Assédio sexual representa 1% das queixas no “compliance” da Globo

Emissora não divulga detalhes sobre investigações internas

Publicado há um mês
Por Renan Vieira
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Nos últimos dias, explodiu na imprensa a denúncia que Dani Calabresa fez ao compliance, o departamento que garante o cumprimento das regras dentro de uma empresa, da Globo. Ela teria sido assediada sexualmente e moralmente por Marcius Melhem, então, diretor de humor da rede carioca.

A notícia caiu como uma bomba para todos os envolvidos, até mesmo para a emissora, que foi apontada por outros veículos de imprensa como negligente, como se não tivesse agido rapidamente e com o rigor necessário para coibir esse tipo de coisa em suas dependências.

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Com a pressão, a emissora explicou por que não comenta casos de compliance, com o objetivo de proteger todas as partes envolvidas, já que há uma investigação em curso. Nem mesmo se houver desligamento, detalhes poderiam ser divulgados.

Dentro desse contexto, de acordo com o colunista Ricardo Feltrin, as reclamações sobre assédio sexual na emissora somam 1% do total. Vale ressaltar que a Globo, com toda a sua rede pelo país, tem mais de 15 mil colaboradores.

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