Arthur revela para quem vai sua torcida e adianta o que vai fazer fora do BBB 21

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Após cinco anos de inscrições, Arthur garantiu sua vaga no BBB. Para o instrutor de crossfit, foi um sonho realizado. Na noite da última terça-feira (27), ele deixou a casa com 61,34% dos votos de um paredão com Pocah e Camilla de Lucas. Em entrevista divulgada pela emissora, ele fala sobre a experiência.

Eu não me perdoaria se, com 80 ou 90 anos, eu não tivesse entrado no programa, não tivesse feito o que eu fiz, jogado, me arriscado. Se não tivesse deixado a minha vida aqui fora sabendo dos riscos. Eu coloco o BBB no lugar mais alto da prateleira lá de casa. Eu tenho um carinho enorme e uma admiração pelo programa“, conta o instrutor de crossfit.

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Para eke, os melhores momentos da casa foram as festas. “Acho que todo mundo conseguiu perceber que eu gosto de uma festa. Estava com muita saudade porque aqui fora não dá para fazer isso ainda. Também coloco a minha relação com a Carla como um dos meus melhores momentos dentro da casa‘, avalia.

Em contrapartida, ele relembra os piores momentos. “As três semanas seguidas que eu fui ao paredão. Eu fiquei muito triste e vieram à tona sentimentos de coisas que eu já vivi aqui fora, uma mania de perseguição, de achar que eu estava sendo rejeitado pela casa por estar recebendo voto em várias semanas. As perdas dos meus amigos e da Carla, também foram difíceis”, revelou.

Fora da casa, Arthur define para quem vai a sua torcida no BBB 21. “Eu vejo a Ju e o Gil como finalistas e acho que, pelas circunstâncias de jogo, o Fiuk chega no Top 3. Acho que a galera vai para cima da Pocah nesse paredão. A Ju e o Gil são duas pessoas muito especiais para mim, mas a torcida vai para o Gil, de quem eu me aproximei mais no final”.

De volta à rotina, ele pretende se dedicar ao trabalho na academia em Conduru-ES. “Lá era o meu projeto social e quando eu “quebrei” na pandemia, precisei deixar parado. E agora meu pai está reconstruindo do lado da nossa casa. Pretendo continuar na minha área, que é o que eu gosto de fazer”, adiantou.

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