Área biomédica é tema do segundo episódio do quadro Qual vai ser?, do Como Será?

Publicado há 4 anos
Por Endrigo Annyston
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No segundo episódio do quadro ‘Qual vai ser?’, no ar no ‘Como Será?’ deste sábado, dia 27, a estudante Nicoly Domingues está em dúvida entre três carreiras da área biomédica. A jovem sonha em se tornar biomédica, mas seus pais querem que ela curse Enfermagem. Depois de conversar com a orientadora profissional Katia Ura, surgiu um caminho alternativo: a Biologia. No episódio, ela tem a chance de experimentar as três profissões: aprende a processar um exame de sangue (Biomedicina), conhece a rotina de uma casa de repouso (Enfermagem) e, por fim, como funciona um centro de reabilitação de felinos (Biologia). Nicoly revela sua decisão no estúdio, em um bate-papo com Sandra Annenberg, Katia Ura e a família da menina.

Renato Cunha desembarca com o quadro ‘Expedição Urbana’ em Salvador, cidade mais negra do Brasil e que mantém vivas suas raízes ancestrais até hoje. O episódio mostra como a herança africana aparece em diferentes manifestações culturais. Para falar da influência musical, Renato conversa com o maestro Letieres Leite, fundador da Orkestra Rumpilezz, que faz uma minuciosa pesquisa dos sons de origem africana. Ele fala do trabalho realizado pelos músicos e dos frutos que ele vem gerando no projeto Rumpilezzinho, um laboratório musical para jovens. Entre passeios por pontos característicos da paisagem de Salvador, como o Mercado Modelo e o Elevador Lacerda, o repórter também visita a estilista Madá Negrif, que se dedica à criação e produção de moda afro há mais de 15 anos. Ela já desenvolveu mais de 100 estampas.

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Como Será? ajuda jovens a decidir qual carreira profissional seguir em nova temporada do quadro

Por conta da colheita ilegal e predatória do palmito, a palmeira juçara passou a ser uma espécie em extinção no Brasil. Na região da Serrinha do Alambari, no município de Resende (interior do Rio de Janeiro), a repórter Helena Lara Resende conhece um projeto de conscientização de produtores rurais desenvolvido para preservar a palmeira juçara. Diante da atual situação, os antigos “palmiteiros” foram capacitados no cultivo e colheita do juçaí, fruto da palmeira juçara. A nova cadeia produtiva mudou a perspectiva sócio econômica das famílias da região, que conta hoje com uma fábrica do produto por conta da alta demanda.

O quadro ‘Hoje é dia de penitenciária’ mostra a rotina de uma unidade da Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (APAC), um modelo de sistema prisional focado na recuperação dos presos. Em Itaúna, Minas Gerais, Alexandre Henderson acompanha o trabalho em uma oficina terapêutica, onde recuperandos aprendem diversas atividades, como desenho, pintura, artesanato, horta e rotulagem de produtos de limpeza, cozinha, padaria e marcenaria. O repórter também acompanha as tarefas da cozinha e mostra como é a vida de um recuperando em regime semiaberto, que sai para trabalhar na cidade e à noite retorna para a prisão.

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