Após se assumir gay, Carmo Dalla Vecchia revela violência na infância e receio de perder papeis na TV

Ator descreveu episódio lamentável que viveu aos nove anos

Publicado em 8/8/2021
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Carmo Dalla Vecchia revelou que é gay no Super Dança dos Famosos no dia 11 de julho. A partir daí, o ator passou a ser questionado sobre ter escolhido se assumir em rede nacional. O ator conta que a vontade veio, sobretudo, para fortalecer a luta do público LGBTQIA+, mas também para combater o preconceito que sempre viveu, mesmo não levando sua sexualidade à tona.

“Por mais que a gente trabalhe isso isso na vida, nascemos ouvindo que ser gay é errado”, disse Carmo em entrevista ao jornal O Globo. Segundo ele, assim que fez a revelação, correu para os braços de sua mãe em busca de uma ‘nova aceitação’. “Precisava olhar no olho e saber se ela ainda me amava”, declarou.

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O preconceito, de acordo com Dalla Vecchia, marcou não só a vida adulta, como também a sua infância. Ele revela um episódio violento que sofreu quando era criança. “Aos 9, tomava soco no estômago de colegas aos gritos de “bicha!“, conta o artista.

No ar na reprise de Império e escalado para Cara e Coragem, ambas da Globo, o marido do autor global João Emanuel Carneiro acredita que pode perder os já carimbados papeis de galã nas futuras produções. “Talvez tenha receio de ser trocado do escaninho, de perder o lugar porque alguém disse que pode estar nele, mas, aos 50, posso fazer outros personagens, né?“, diz ele, deixando a pergunta no ar.

Pai de Pedro

Em entrevista ao Gshow, divulgada aqui no Observatório da TV, Carmo Dalla Vecchia explicou como foi o nascimento do filho, gerado em barriga de aluguel.

“Pedro nasceu no dia do meu aniversário. O que parecia impossível, porque ele teria que passar das 40 semanas, e o danado passou cinco dias para nós dois podermos comemorar para o resto de nossas vidas juntos e nos lembrarmos sempre dessa data”, contou.

O parto foi acompanhado à distância por ele e pelo marido, João Emanuel Carneiro, com quem é casado há 16 anos. “Acompanhei à distância, com cuidado e respeito à grande mulher que agradecerei por toda minha vida por ter gerado o meu filho. Não quis importuná-la com demandas que pudessem deixá-la desconfortável e foi uma experiência linda”, destacou.

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