Após relatar abuso sexual, Juliana Lohmann viverá situação semelhante em Amor Sem Igual

Em virada na história, Cindy é mantida como escrava sexual e desabafa sobre traumas do passado

Publicado há 4 meses
Por Daniel Neblina
Publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio

Recentemente, a atriz Juliana Lohmann tornou público abusos sexuais que sofreu. Agora, a artista viverá uma situação semelhante na ficção. Sua personagem Cindy, na novela Amor Sem Igual, da Record TV, será mantida como escrava sexual na Europa.

De acordo com informações da colunista Patrícia Kogut, do jornal, O Globo, Cindy só vai conseguir retornar ao Brasil após encontrar a polícia. Ao relatar aos familiares o que sofreu no exterior, a personagem vai acabar desabafando sobre outros traumas, como um assédio que sofreu de um padrasto.

Continua depois da publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio

A virada na história deixou a atriz Juliana Lohmann surpresa. A propósito, em julho deste ano, ela contou à revista Claudia que viveu um relacionamento abusivo aos 20 anos e aos 18 sofreu um abuso sexual por parte de um famoso diretor durante um teste em São Paulo.

“Passamos o texto duas ou três vezes já no fim da tarde. Ele concluiu que a personagem exigia “mais loucura” e me sugeriu que fumássemos maconha pra que a cena fosse relida posteriormente, argumentando que dessa forma descobriríamos novas nuances”, contou a atriz sobre o diretor.

“Em determinado momento, percebi que o contato que ele fazia comigo excedia o profissional”, disse ela, que continuou: “Ele tirou o roteiro da minha mão e me apertou com força contra o corpo dele. Eu pedi pra parar, mas ele me apertou mais forte. Fiz força para sair e não consegui. Imobilizada, eu disse que ia gritar”.

“Ele tirou o roteiro da minha mão e me apertou com força contra o corpo dele. Eu pedi pra parar, mas ele me apertou mais forte. Fiz força para sair e não consegui. Imobilizada, eu disse que ia gritar. Ele respondeu em um tom doce que, se eu gritasse, ninguém iria ouvir. Pensei em gritar mesmo assim, mas, se alguém escutasse e fosse me socorrer, seria um escândalo”, relatou.

“Eu fui tentando respirar e acalmar o pânico do pensamento de que eu estava a centenas de quilômetros de casa. Entendi que não tinha saída. Fiquei quieta. Fiz o que ele queria. Tive que insistir muito pra ele pelo menos colocar a camisinha”, detalhou Juliana Lohmann, que começou na televisão com uma personagem infantil em Malhação, aos 11 anos.

Publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio