Após perder Luz ainda bebê, Ondina pede perdão à filha

Publicado há 2 anos
Por Renan Vieira
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Em O Sétimo Guardião, na Globo, Ondina (Ana Beatriz Nogueira) vai contar para Luz (Marina Ruy Barbosa) o que aconteceu no seu passado. A cafetina lhe revelará que é sua mãe e que ela foi sequestrada ainda bebê pelo pai. Ela até pedirá perdão por tudo. A ruiva ficará emocionada porque não imaginava o sofrimento de sua mãe biológica. Confira como será a cena.

“Luis Carlos Góis?”, perguntará Luz. “Sim, era esse o nome
do seu pai”, revelará Ondina. “Você nunca mais teve notícias dele?”. “Não,
desde o dia em que ele roubou você de mim e sumiu no mundo…”. “Mas… o que
pode ter acontecido pra ele me deixar no mato, no meio de uma tempestade? Você
acha que a intenção dele, quando me tirou de casa, já era essa?”.

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“Sinceramente? Não. Apesar de toda raiva, de toda mágoa que sinto até hoje, acho que Luis Carlos não sabia direito o que estava fazendo. Quis me atingir, depois que botei ele na rua, e usou você pra conseguir isso…”. “Mas antes dessa loucura, de me abandonar bebê, desamparada, sozinha ele, pelo menos, fingia gostar de mim?”.

Ainda nesta cena de O Sétimo Guardião

“Quando estava sóbrio brincava com você, fazia carinho,
todas essas coisas normais. Mas quando bebia… Aí, não gostava nem dele
mesmo… e odiava o resto do mundo”. “Que tipo de pessoa deixa uma filha bebê
assim, desprotegida, no meio do nada? Isso não é um pai, é um monstro!”,
avaliará Luz.

“Eu não estava lá pra ver, Luz, mas posso imaginar… Quando
ele se viu com você nos braços, chorando, sem saber pra onde ir, o que fazer…
Se desesperou! Por isso fez o que fez!”. “Falando assim, parece que você
perdoou ele…”. “Nunca. Posso nascer e morrer cem vezes, nunca vou perdoar o
que ele fez com você e comigo. Nos separar, nos impedir de viver uma vida
juntas…”, deixará claro, Ondina.

“Mas você não tentou me achar? Não conseguiu nenhuma pista?
Nada?”. “Tentei. Tentei tudo o que uma moça tonta, pobre e ingênua poderia ter
tentado. Mas durante todos esses anos vivi com a culpa me consumindo por não
ter tentado mais. Se você soubesse, Luz, tudo que eu sofri, o tanto que chorei
por não te encontrar”.

“Não sei a dor de perder um filho, mas sei a dor de não ter uma mãe…”. “Algum dia você vai me perdoar?”, perguntará Ondina. “Perdoar… por quê?”. “Por ter me entregado a um louco, desequilibrado, ter tido uma filha com ele e não ter conseguido te proteger…”. “A gente não pode se culpar por amar”.

E mais!

“Mas eu me culpo. Todo dia”. “Não devia. O amor é um sentimento lindo que, às vezes, tem consequências que a gente não espera”. “Eu não esperava nunca mais te encontrar… “Mas encontrou. E isso que importa agora”. “Será que algum dia você vai me aceitar… como sua mãe de verdade? Claro, a gente tem que fazer esses testes aí de maternidade e tudo mais, mas…”.

“Se tudo que me falou é verdade, e não tenho razão pra acreditar que não é… esse dia é hoje. Não precisa de teste nenhum”. “Você está falando sério?”. “Sabe o que eu sinto agora, olhando pra você?”. “Que fui órfã durante vinte e dois anos, mas acabei de ganhar minha mãe de volta!”, responderá Luz. “Minha filha… Minha filha querida…”, concluirá Ondina, emocionada.

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