Apocalipse: conheça a história da novela bíblica da Record TV

Novela narra os últimos dias da humanidade segundo a Bíblia Sagrada

Publicado há 9 meses
Por Felipe Brandão
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A partir de terça (21), o público da Record TV confere novamente uma ousada e polêmica produção da emissora: Apocalipse. Exibida originalmente entre novembro de 2017 e junho de 2018, a novela bíblica – e futurista – se baseia nas profecias do livro homônimo, retratando o que seriam os últimos dias da humanidade.

Felipe Cunha, Manuela do Monte, Maurício Pitanga e Carolina Oliveira: os protagonistas da primeira fase de Apocalipse (Reprodução)

O começo do fim

A saga tem início com o encontro de quatro jovens de diferentes nacionalidades, que se encontram (nem tão) por acaso na Nova York dos anos 1980: a brasileira Susana Aisen (Carolina Oliveira), a israelense Débora Koheg (Manuela do Monte), o norte-americano Alan Gudman (Maurício Pitanga) e o italiano Adriano Montana (Felipe Cunha).

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Compartilhando a mesma ascendência judia, Susana e Débora se tornam melhores amigas quase de imediato, ao mesmo tempo em que despertam os respectivos interesses amorosos de Alan e Adriano. As intenções dos dois cavalheiros, porém, são totalmente distintas: enquanto Alan se apaixona verdadeiramente por Susana, decidindo fazer dela sua esposa, Adriano seduz Débora através de artimanhas e falsas promessas, com o objetivo único de levá-la para a cama.

A ‘travessura’ do jovem Montana, porém, tem sérias consequências para Débora: ela fica grávida, algo inconcebível para uma moça solteira dentro da cultura e da religião de seus pais. Judeu ortodoxo e rígido na educação das filhas, Gideon Koheg (Henri Pagnoncelli) não aceita a situação de Débora e expulsa a própria herdeira de casa, só com a roupa do corpo.

Desamparada, Débora não vê opção senão procurar por Adriano na casa de seus pais, em Roma, onde o rapaz está passando férias. Inconformado com a baixeza de seu único filho, o rico e poderoso banqueiro Giancarlo Montana (Tônio Carvalho) obriga-o a assumir a responsabilidade de seus atos, casando-se com Débora para dar uma família à criança que vai nascer. A total contragosto, Adriano obedece, culpando Débora pelo fim de sua vida de solteiro bon vivant.

Ricardo Montana (Sergio Marone) de Apocalipse (Reprodução / Record TV)

Encarnação do mal

Mais de vinte anos se passam, e os quatro protagonistas de nosso prólogo hoje vivem vidas muito diferentes. Susana (Mônica Torres) tornou-se uma médica respeitada, feliz na profissão e no casamento com Alan (Eduardo Galvão), agora um bem-sucedido economista, com quem teve dois filhos: o engenheiro da computação Benjamin (Igor Rickli) e a arqueóloga Isabela (Paloma Bernardi).

Já Débora (Bia Seidl) segue sustentando como pode o casamento infeliz e frustrante que sempre levou com Adriano (Eduardo Lago) – o qual, mesmo casado, seguiu se envolvendo com várias mulheres e nunca fez a menor questão de esconder suas amantes da esposa, como que punindo-a por ter ‘estragado’ sua juventude. Além disso, goza do total desafeto da própria sogra, Verônica (Selma Egrei), que não perde uma única oportunidade de atormentá-la.

O único filho do casal, Ricardo Montana (Sérgio Marone), será peça-chave nesta história. A superproteção de Débora e a negligência de Alan ajudaram a fomentar nele a sede irrefreável de poder e a mais absoluta falta de caráter, características que fazem do jovem herdeiro milionário a figura ideal para cumprir o propósito a que foi destinado desde o ventre materno: ser o anticristo que levará a humanidade à destruição, material, moral e espiritual.

Igor Rickli como o Benjamin de Apocalipse (Divulgação/Record)

A resistência

Embora tenha convivido muito com Ricardo desde a infância, Benjamin é completamente diferente dele. Trata-se de um homem idealista e de ótima índole, que desenvolve projetos inovadores na área de tecnologia e robótica com o objetivo de melhorar a vida das pessoas a seu redor – razão por que é constantemente criticado pelo pai, Alan, um homem materialista e obcecado em ‘fazer dinheiro’.

A genialidade de Benjamin não demora a despertar o interesse e a ambição desmedida de Ricardo Montana, que planeja se apossar de uma de suas criações em especial – androides com aparência humana e força descomunal, capazes de formar o exército que o vilão planeja para proteger a ‘Cidade do Futuro’, conceito de urbanização que será o carro-chefe de seu plano de dominação mundial.

Inicialmente ateu convicto, Benjamin terá na paixão que sente por Zoe (Juliana Knust) – uma jornalista séria e competente, que, mesmo não sendo muito espiritualizada, foi criada em um lar de sólidos princípios cristãos – a oportunidade de abrir os olhos para a veracidade da Bíblia e a natureza diabólica dos planos de Ricardo. A partir daí, o rapaz e sua amada se unirão para formar uma resistência contra o domínio do anticristo.

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