Aos 88 anos, morre o padre Quevedo

Publicado há 2 anos
Por Guilherme Rodrigues
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Na madrugada desta quarta-feira (9), Oscar González Quevedo Bruzan, conhecido como padre Quevedo, faleceu aos 88 anos na Casa Irmão Luciano Brandão, em Belo Horizonte, Minas Gerais.

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O local, que fica no Bairro Planalto, abrigava o famoso desde 2012 e é conhecido por atender jesuítas idosos e com problemas de saúde. Quevedo teve complicações cardíacas e não resistiu.

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O religioso ficou conhecido pelo bordão ‘Isso non ecziste’ e por falar sobre casos paranormais e desmascarar charlatões. Além de ter escrito vários livros, Quevedo participou também de atrações televisivas, tendo inclusive um quadro no Fantástico.

Aos 78 anos, morre o jornalista Gil Gomes

No dia 16 de outubro, o jornalista Gil Gomes faleceu aos 78 anos. O profissional foi levado em estado grave e desacordado para o Hospital São Paulo, localizado na zona sul da capital paulista, mas não resistiu.

Portador de Parkinson, Gomes batalhava desde 2005 contra a doença degenerativa, que fazia com que o famoso perdesse o equilíbrio e tivesse dificuldades de locomoção.

Após uma extensa experiência no rádio, Gil ingressou para a TV na década de 90, onde atuou como repórter no extinto Aqui Agora, atração do SBT que lhe trouxe fama nacional.

Participação no Sensacional

A saber, em dezembro de 2016, Gil Gomes foi entrevistado por Daniela Albuquerque no Sensacional, atração da Rede TV!, e relembrou que recebeu várias ameças, mas que só ficou assustado com uma.

Trabalhava na rádio e recebi um telegrama dizendo que tinha apenas 30 dias de vida. No outro dia, recebi mais um, escrito ’29 dias de vida’, e começou uma contagem regressiva. Quando faltavam 12 dias, mataram meu gato, envenenado. Depois daí, a contagem acabou e não aconteceu nada, mas eu tenho uma mania de valente”, recordou o jornalista.

Gil destacou também um dos 638 crimes que ajudou a desvendar. “Mataram uma enfermeira no apartamento dela e o porteiro do prédio jurava que ninguém tinha entrado. A polícia estava investigando quem teria matado e deduzi o seguinte: se ele não tinha como entrar, ele não entrou. Só podia ser alguém do prédio. Apurei, levantei fichas e depois, conversando com um dos moradores, ele me confessou o crime”, disse Gomes.

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