André Luiz Frambach comemora volta à TV em Éramos Seis: “Adoro fazer novela de época”

Publicado há um ano
Por Felipe Brandão
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As moçoilas de plantão terão um motivo a mais para conferir Éramos Seis, trama de Ângela Chaves que a Globo estreia no próximo dia 30 (segunda-feira), substituindo Órfãos da Terra na faixa das 18h.

Depois de exalar charme como o Márcio de Malhação: Vidas Brasileiras (2018), André Luiz Frambach agora promete arrancar suspiros dentro e fora da tela da platinada como Julinho, um dos filhos de Lola (Glória Pires) e Júlio (Antonio Calloni), protagonistas do folhetim.

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Confira o bate papo dessa jovem promessa da atuação no Brasil com o Observatório da Televisão.

OBSERVATÓRIO DA TELEVISÃO – Como surgiu o convite para atuar em Éramos Seis?

ANDRÉ LUIZ FRAMBACH – Não foi convite! [risos] Na verdade, foi um convite para o teste, para uma semana de workshop com o Antônio Carnevale, onde a gente não sabia os personagens, nem que iria estar na novela. Foi só realmente uma preparação de atores. E eu fui com o coração aberto, porque eu sempre quero melhorar como ator. E tive o presente de saber, no final da preparação, que faria um personagem – que até então nem seria o Julinho. Porque não sabiam se poderia repetir o casal com a Rá [Rayssa Bratillieri, par romântico do ator em Malhação: Vidas Brasileiras]. Acabou que no final eu fiquei ainda mais feliz de fazer o Julinho – que é um personagem com tantas camadas incríveis, tantas coisas positivas -, porque vou fazer par com Rayssa, que vai ser a Soraya. A teoria é que eles formem um casal, mas não sabemos ao certo, pois ao longo da história tudo pode acontecer. Está sendo sensacional pra mim, porque eu sempre gostei muito de fazer novelas de época. É um mundo em que a gente entra, a gente sai mais ainda de si, colocando aquele figurino antigo, toda aquela caracterização. Estamos todos no elenco muito felizes e motivadas pra deixar tudo mais bonito ainda.

Como está sendo a experiência de contracenar com a Glória Pires? Vocês já estão gravando juntos?

Não, não começamos a gravar ainda. Mas já tivemos umas leituras juntos, às vezes eu vou ao estúdio pra acompanhar as gravações da primeira fase. A Glória realmente é uma mãe, carinhosa ao extremo. Ainda nem tive a oportunidade de falar isso pra ela, mas ela é uma pessoa de uma energia positiva demais, carinhosa. É aquela mãe mesmo, que te abraça, te beija, te acolhe. Eu nem comecei a gravar e já me sinto acolhido por ela. Então estou mais feliz ainda por isso. A Glorinha é sensacional. O Calloni também, um paizão. São dois atores que não colocam uma distância entre nós, que estamos começando.

Você começou muito pequenininho na TV, fazendo Por Toda a Minha Vida (2007), depois Duas Caras (2008), e passou por essa transição de ser um ator-mirim para um ator adulto – Malhação significou um divisor de águas na sua carreira nesse sentido?

Sim. Chegou pra me mostrar não só pra empresa [Rede Globo], mas pro próprio público num outro perfil, como o galã, como o vilão. Não gosto de falar nesses rótulos, mas sei que o público enxerga dessa forma. Mesmo assim, pra mim todos os personagens são seres humanos, não tem vilão, galã ou mocinho. Malhação foi importante pra poder estipular o André Luiz Frambach não só como ator mirim, mas como um ator que tem a capacidade de fazer tudo! Eu entrei no meio da novela como um personagem que era, de certa forma, vilão, que queria atrapalhar a vida do pai [Rafael, papel de Carmo Dalla Vecchia]. Depois se transformou um pouco, porque começou a se apaixonar pela Pérola (Rayssa Bratillieri), se dar melhor com o pai.

E você acabou dividindo cena com outro ator que, como você, também é multifacetado e inquieto, que é o Carmo Dalla Vecchia.

Eu até hoje chamo o Carmo de pai, até hoje ele me liga. Ele realmente me adotou como pai e ninguém mais tira isso da gente. A gente se fala por vídeo, por telefone. Esses dias ele me ligou dos Estados Unidos: ‘e aí, filho, já começou a gravar?’ Fico até arrepiado de falar nele. Porque, além de pai, ele me ajudou extremamente nas gravações. Tem muito ator que quer dirigir o outro ator, e o Carmo nunca quis me dirigir, mas, por ser mais experiente que eu, ele tinha muitas dicas. Ele sempre me dava uns toques, porém completava: ‘isso é o que eu acho, você faz o que você tiver vontade’. E eu, que não sou bobo nem nada, sempre fazia o que ele dizia. Aprendi muito com ele.

O que podemos esperar de Éramos Seis?

Um novelão no sentido mais simples da palavra. Vai ser uma novela sem tanta ação, mas onde as relações humanas vão ser o mais importante. A relação familiar, a relação de um casal… Então a gente vai voltar um pouco a essa origem das novelas.

(entrevista realizada pelo jornalista André Romano)

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