Amor & Sexo debate a masculinidade

Publicado há 2 anos
Por Redação
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Ser homem é ser forte, potente e autossuficiente? O ‘Amor & Sexo’ desta terça-feira, dia 30, quer saber: “que homem você quer ser?”.

É com esta indagação que Fernanda Lima abre o programa que vai debater os medos, fragilidades e a saúde masculina, além de abordar também a virilidade e a diferença entre ser homem e ser macho.

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“A masculinidade pode virar uma caricatura quando o homem tem que interpretar um papel”, alerta o historiador e escritor Leandro Karnal, um dos convidados da semana.

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Para falar sobre prazer, José Loreto e Eduardo Sterblitch vão participar de uma brincadeira sobre as zonas erógenas dos corpos masculinos.

Em um número musical bem-humorado, Edu vai tratar de um tema sério, mas tabu para muitos homens: a próstata.

Algumas crises da masculinidade também serão abordadas, como a necessidade que muitos sentem de ser protetor, provedor e reprodutor.

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‘Amor & Sexo’ é um programa de Antônio Amâncio.

Com redação final de Antônio Amâncio e Fernanda Lima, e direção geral de Daniela Gleiser.

“É o programa mais necessário da TV”, diz Eduardo Sterblitch sobre o Amor & Sexo

A carreira do ator Eduardo Sterblitch pode ser marcada como um antes e um depois do programa Pânico, exibido pela Rede TV! e Band entre 2008 e 2015. Ao sair da atração, o artista ganhou oportunidades de mostrar o seu talento em emissoras do Grupo Globo.

Na Globo fez uma participação no extinto Casseta & Planeta, Tá no Ar, PopStar, Humoristinhas, Multishow, e com maior destaque no Amor & Sexo de Fernanda Lima, que chega à sua décima temporada exibido nas noites de terça.

Em entrevista ao Observatório da Televisão, Eduardo falou sobre a produção, que sofre para manter o sucesso das temporadas anteriores por conta da onda conservadora que tomou conta do Brasil: “É o programa mais necessário da TV hoje”.

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Confira o bate-papo com o artista que no próximo dia oito de novembro estreia nos cinemas a cinebiografia de um dos maiores apresentadores da TV Brasileira, Chacrinha – O Velho Guerreiro.

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Como define a sua participação no programa e o quanto ele agrega ao debate?

Ali é um colégio, uma escola de cidadania. Você vê o outro como protagonista. É um programa que desmitifica o nosso ego. Não é mais um homem hetero, branco como protagonista.

Ali todo mundo é protagonista, todo mundo é feliz. É a mulher, é o homem, o negro. O programa é um workshop de como ser feliz. Você pode ser o que quiser.

É o programa mais necessário da TV hoje.

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