Amor de Mãe: conheça outros trabalhos de Manuela Dias, autora da novela das 21h

Publicado há 10 meses
Por Fábio Costa
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Amor de Mãe estreou com a missão de manter o horário nos bons níveis de audiência deixados por A Dona do Pedaço, de Walcyr Carrasco. Autora da nova atração, Manuela Dias se lança na faixa das 21h já como autora titular, e tem como personagens centrais de sua história três mães, de classes sociais e trajetórias de vida bastante distintas. No entanto, elas se cruzam e seus problemas podem ajudá-las mutuamente a exercer o profundo sentimento de amor que têm por seus filhos. Vamos relembrar outros trabalhos da autora de Amor de Mãe.

O início da carreira da autora de Amor de Mãe na TV

O primeiro trabalho de Manuela Dias na TV foi como atriz e não como roteirista. Ela interpretou a personagem Maria Aparecida em Dona Anja (1996/97). Exibida pelo SBT, a novela escrita por Yoya Wursch, Cristianne Fridman e Roberto Talma era dirigida por este último, numa parceria com a emissora que rendeu ainda Colégio Brasil (1996) e O Direito de Nascer, gravada em 1997 e exibida em 2001. Posteriormente, Manuela Dias atuou como atriz também em Brida, da Rede Manchete. Na adaptação da obra de Paulo Coelho por Jayme Camargo, ela viveu a personagem Inês, a saber.

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O diretor Roberto Talma esteve presente na trajetória profissional de Manuela Dias em outras ocasiões. Foi ele o responsável pelo núcleo que produzia o infantil Bambuluá, no começo dos 2000, que contou com Manuela entre seus roteiristas. Também com Talma, a saber, a autora fez a série Geral.com (2009). Na mesma época, Manuela foi uma das roteiristas da série Aline, protagonizada por Maria Flor e criada por Mauro Wilson a partir da obra de Adão Iturrusgarai. Só para ilustrar, Pedro Neschling e Bernardo Marinho interpretavam os dois namorados da personagem-título.

A chegada de Manuela Dias às novelas como roteirista

O primeiro trabalho de Manuela Dias em novelas como roteirista foi Cordel Encantado (2011). Ela foi colaboradora das autoras Duca Rachid e Thelma Guedes, parceria que se repetiu em Joia Rara (2013/14). Em 2016, Manuela estreou como autora titular e assinou duas minisséries bastante elogiadas: Ligações Perigosas, inspirada na obra de Choderlos de Laclos, na qual contou com Duca Rachid como consultora de texto, e Justiça. Com efeito, especialmente o sucesso de público e crítica da segunda história a credenciou enquanto aposta para o horário das 21h. Desde 1984, quando Aguinaldo Silva e Glória Perez escreveram Partido Alto, um roteirista não estreia já como autor titular de novelas no principal horário de teledramaturgia da emissora.

Célio (Raul Cortez) fala com integrantes de samba em Partido Alto (Reprodução/TV Globo)

Outros lançamentos recentes de novos autores, assim como
Manuela Dias

Desde que Silvio de Abreu assumiu a direção de Teledramaturgia Diária da TV Globo, em 2015, mais de 10 novos autores titulares surgiram nos quadros da emissora. Não apenas colaboradores “promovidos” a autores como também roteiristas que trabalhavam eminentemente em áreas como o humor e mudaram de ares.

No horário das 18h, Suzana Pires e Júlio Fischer (Sol Nascente), Thereza Falcão e Alessandro Marson (Novo Mundo) e Ângela Chaves (Éramos Seis) são alguns dos nomes que entram nessa conta. Embora Ângela já tenha assinado antes às 23h Os Dias Eram Assim, sua estreia como titular ao lado de Alessandra Poggi. Às 19h, a dupla Rosane Svartman e Paulo Halm tem em Bom Sucesso sua segunda novela, depois de Totalmente Demais (2015/16). Além disso, eles fizeram em 2014/15 a temporada Sonhos de Malhação. Outros exemplos do horário são Maria Helena Nascimento (Rock Story), Daniel Adjafre (Deus Salve o Rei) e a estabilização de Daniel Ortiz (Alto Astral, Haja Coração e Salve-se Quem Puder, a próxima).

Os lançamentos da faixa nobre anteriores a Manuela Dias nos últimos tempos

Na faixa nobre das 21h, a experiente Maria Adelaide Amaral e o menos experiente (mas não inexperiente, veja a diferença) Vincent Villari fizeram a tumultuada A Lei do Amor (2016/17). Anteriormente, Bruno Barbosa Luperi conduziu a história criada pelo avô Benedito Ruy Barbosa, Velho Chico (2016), ao lado de sua mãe, Edmara Barbosa. Anteriormente, apenas em 2008 um novo autor havia sido lançado às 21h, e isso depois de duas décadas: João Emanuel Carneiro, com A Favorita.

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