Acusada de transfobia, Tatá Werneck se retrata: “Não é piada, é crime”

Esposa de Rafael Vitti recebeu Glória Groove no programa desta quinta

Publicado há 2 meses
Por Felipe Brandão
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A apresentadora Tatá Werneck surpreendeu o público do Lady Night com um desabafo sincero e cheio de consciência na última quinta-feira (12). Ela aproveitou a presença da cantora transformista Glória Groove para se retratar a respeito de eventuais falas e atitudes transfóbicas que teve em seu programa.

Eu já fiz uma piada transfóbica aqui. A Linn da Quebrada falou comigo e eu falei “me ajuda”, porque eu nem sabia o que tinha feito. Eu gostaria de pedir desculpas e dizer que quero muito poder usar esse espaço para falar as coisas corretas“, começou Tatá.

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Tem uma coisa de que “ah, todo mundo erra”. Mas têm coisas que não são erros, são crimes. A comunidade LGBTQI+ é a que mais morre. Quando eu sou transfóbica, estou falando de pessoas assassinadas. Estou sendo criminosa“, declarou a esposa de Rafael Vitti.

Se eu falo errado, milhões de pessoas também vão falar. E não tem o pretexto da piada porque não é engraçado. Não é piada, é crime“, concluiu a apresentadora.

Entenda o caso

Tatá começou o discurso referindo-se às críticas que recebeu em março da cantora trans Linn da Quebra. Ela foi ao Twitter criticar a postura de Tatá em relação à comunidade transexual no talk show.

Não é a primeira vez que vejo, no programa Lady Night, comentários transfóbicos vindo de convidadas, erro de pronome, onde não há qualquer correção ou ação vinda da Tatá Werneck. Pra o espaço que ocupa, ela no mínimo deveria ter mais cuidado com o que produz. Ser conivente com a transfobia é ser transfóbica“, detonou Linn.

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