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Carolina Dieckmann, a Afrodite de O Sétimo Guardião, fala sobre o sucesso da personagem

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A atriz Carolina Dieckmann está vivendo uma importante personagem no horário nobre. Ela vive Afrodite em O Sétimo Guardião, trama de Aguinaldo Silva para as 21h da Globo. O papel não é de protagonista, mas está rendendo destaque. A artista faz uma esposa dedicada de um homem machista, o Nicolau (Marcelo Serrado).

Em entrevista ao Observatório da Televisão, Dieckmann falou sobre o retorno do público. “Está sendo emocionante. Acho que é um pouco de tudo o que eu dei. Eu tenho um respeito enorme por fazer novela. Eu gosto de falar com essas pessoas que não foram ao teatro, não tem dinheiro para ir ao cinema toda semana, que não tem dinheiro para comprar um livro, e estão lá vendo a novela. Essas pessoas merecem respeito, merecem um produto de qualidade para assistirem. Ter esse carinho é uma relação que vai se alimentando um pouquinho daqui e dali”.

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A atriz também foi questionada sobre o figurino da personagem que não condiz muito com o perfil do marido. “É sempre um trabalho conjunto, o figurinista traz a proposta e a Afrodite tinha essa coisa de uma mulher que o marido gosta de olhar pra ela. Ela tem uma vaidade, mas que também não pensa muito em si. Tem uma flor, um mix de estampa, não tem um pensamento, não tem uma harmonia. Ela tem desejo pelo marido, ela tem tudo, mas está tudo muito confuso. Mas ela é uma dona de casa. E o figurino ajuda muito ela mostrar essa confusão e ao mesmo tempo essa beleza dela”, concluiu.

Ainda sobre Carolina Dieckmann

Em O Sétimo Guardião, foi ao ar a cena na qual Nicolau (Marcelo Serrado) faz um grande barraco ao descobrir que a filha, Diana (Laryssa Ayres), luta caratê. “Mulher que se mete nisso só pode ser sapatona”, disparou o machista na sequência. Depois, Afrodite (Carolina Dieckmann) acaba discutindo com o marido e os filhos entram na briga. O desempenho dos atores logo chamou atenção de Aguinaldo Silva, autor do folhetim, que foi até o Twitter se manifestar.

“Essa danadinha dessa Carolina Dieckmann só me dá alegrias. E o Marcelo Serrado, ah, o Marcelo Serrado… Este é irmão. Depois daquela cena dos dois ontem à noite, que eu escrevi durante uma madrugada fria em Lisboa, já posso pedir minha aposentadoria. E tá na hora, né não?”, escreveu o novelista.

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