Triz Pariz, a Lili de Éramos Seis, revela que espera final feliz para a personagem: “Ela não merece algo menos que isso”

Publicado há 7 meses
Por Renan Vieira
Publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio

A atriz que interpreta a Lili na novela Éramos Seis, Triz Pariz, posou para a capa da Revista Páginas da Gávea deste mês. A bela conversou com a revista durante um ensaio no Arpoador em Ipanema e falou um pouco da trajetória, sonhos. carreira, família e amor.

Continua depois da publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio

Como surgiu a ideia de seguir a carreira de atriz?

A ideia não surgiu, sempre foi uma coisa natural para mim! Desde criança
eu trabalho nesse meio artístico. Quando tinha 6 anos, comecei a fazer aula de
teatro musical, eu tinha muito prazer, era como uma brincadeira. Gostava muito
de fazer, me divertindo, então era algo que já estava em mim, antes de escolher
essa carreira. 

O mundo artístico sofrendo tantas opressões nas redes sociais, já parou para pensar como lidar com isso?

Eu acho que acima de tudo a gente tem que manter nossos princípios, e,
resistir acima de tudo!  De fato, o mundo artístico tem sofrido muita
opressão e até alguns casos de censura! A gente tem que se manter firme e forte
até o final, porque a arte é a maior forma de expressão e conscientização que a
gente pode ter sobre o povo.

Fale um pouco de sua personagem em Éramos Seis.

A Lili é muito doce, também é muito esperta, mas ao mesmo tempo ingênua. Ela vê amor em tudo! Vê amor na vida, vê amor nas pessoas, e ela acaba sofrendo um pouco com isso! Eu me identifico com ela em alguns pontos, mas em outros me vejo muito diferente. Por ela ser uma menina de 18 anos assim como eu, vejo o distanciamento das épocas! Como era diferente! Estou gostando muito de vivê-la e acredito que ela vá ter um final feliz porque ela não merece algo menos que isso.

É intuitiva?

Eu sou bem intuitiva, bem intuitiva mesmo! Sempre que eu acho alguma
coisa, eu fico presa naquilo por mais que não faça sentido e acaba dando certo.
Talvez seja por intuição.

Um projeto que quer tirar do papel?

Ter minha ONG para cachorros de rua. Eu acho que ainda vai demorar um
pouco, mas é meu sonho.

Quais mulheres te inspiram?

Minha mãe, minha madrinha e a minha irmã.

Redes sociais geram expectativa de família tipo “contos de fada”. Você é aquilo também na vida real?

Eu acho que o que a gente mostra nas redes sociais é muito pouco
sabe?  Passa por uma peneira gigante, por um filtro, e o que chega é
superficial. A vida de ninguém, por mais que a pessoa faça stories o dia
inteiro, é aquilo que você vê. Todo mundo passa por coisas difíceis, todo mundo
tem dias ruins! Minha rede social é uma forma de mostrar meu trabalho, acho que
é mais um meio de comunicação para estar mais próxima de meu público! Mas a
minha vida não é só aquilo.

Gosta de carnaval?

Gosto, mas nunca fui. Eu não gosto muito de aglomeração! O clima do
carnaval eu adoro, mas eu não gosto de estar em ambiente com muita gente,
porque as experiências que tive em São Paulo não foram boas! Teve arrastão,
então eu prefiro não me meter muito em multidões. Talvez esse ano eu vá na
Sapucaí para ver como é, uma coisa nova, no Rio e tudo o mais! Estou pensando
ainda, mas eu gosto bastante de Carnaval.

Você acha que as mulheres estão muito feministas?

Eu acho que nunca existe feminismo demais! Acredito que igualdade entre
os gêneros tem que existir!  A herança cultural que a gente tem, todo esse
pensamento retrógado, muita gente ainda tem pensamento machista. Feminismo
nunca é demais, sempre é bom, sempre é positivo.

Curte andar na moda?

Não muito, não sou muito ligada assim do tipo estar na moda! Me interesso muito pela moda, pela história da moda, design, mas não seguir a moda. Eu gosto de me vestir para me sentir bem, no meu estilo, e gosto de puxar algumas coisinhas diferentes. 

Se não fosse atriz, o que seria? 

Seria pintora, modelo (que eu já sou), designer de moda ou chef de
cozinha. Tem muitas opções, é sempre bom pensar em opções.

O que o seu namorado diria para você hoje?

Ele diz todos os dias que sente muito orgulho, que eu sou a menina
perfeita (risos), a pessoa dos sonhos, muito feliz ao meu lado. Espero que a
gente construa muitas coisas juntos ainda!

Você tem dificuldade de aprender algo?

Não, eu acho que sou uma pessoa que absorve muito: se é algo que quero
aprender, eu aprendo. Mas se é algo que eu estou sendo submetida a aprender,
“tipo” você vai ter que aprender isso, eu não me interesso e consequentemente
tenho dificuldade com aquilo.

Que recados daria para as meninas da sua idade?

Aos 18 anos a gente está no ápice da juventude, então diria que ao mesmo
tempo que temos que pensar muito no nosso futuro, também é preciso aproveitar o
presente… a gente tem que estar pensando em Faculdade, carreira e tudo o
mais, mas ao mesmo tempo a gente não pode deixar de aproveitar. Tem aquela
frase “A juventude é desperdiçada com os jovens”: Os jovens usam a
juventude de uma forma que não é a mesma forma que um idoso poderia aproveitar
se tivesse o corpo físico deles. Então acho que buscar conhecimento, sempre se
informar com as coisas, não ser ignorante, sempre olhar para o próximo, ter
muita empatia, e sempre ter planos B na vida. É importante fazer o que você
gosta, porque se você entrar em uma coisa, sei lá, porque sua família pediu, ou
porque você sempre pensou naquilo e nunca teve algo de diferente, se você
entrar nisso e perceber que não é isso que você quer, deixe para trás, sabe?
Você tem uma vida inteira pela frente, e tem tempo ainda para se aprimorar em
algo novo.

O melhor momento da sua vida?

Essa é uma pergunta muito difícil, porque foram muitos momentos bons! Acredito que qualquer momento que esteja com meus cachorros, com minha família, todo mundo em paz, comendo alguma coisinha gostosa, fazendo uma trilha, sempre é bom! É isto!

Publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio

Carregar mais