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Sobre o carinho do público, Renato Aragão afirma: “Sou um devedor. O público faz parte da minha vida”

Publicado em 08/12/2017
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Renato Aragão, sucesso há anos e reconhecido principalmente pelo personagem Didi, lançou nesta semana sua biografia intitulada Renato Aragão: do Ceará para o coração do Brasil. O livro que é escrito pelo roteirista Rodrigo Fonseca contou com uma noite de autógrafos que aconteceu no Rio de Janeiro. Nossa reportagem esteve presente, e bateu um papo com o eterno trapalhão. Confira:

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Como foi para o senhor reviver esse passado através da sua biografia?

Foi muito feliz, algumas vezes doloroso, afinal, são 80 anos de vida, bem vividos, e estou aqui alegre comemorando o lançamento deste livro.

Na biografia tem aquela passagem do acidente aéreo (Renato sofreu um acidente aéreo no ano de 1958. Na ocasião, o humorista tinha 22 anos e era estudante de direito. Ele voltava de Minas Gerais, onde havia participado dos jogos universitários, para o Ceará. Havia 58 passageiros no avião e morreram 13). Como foi para você mexer nisso? 

Foi muito difícil. Tenho que agradecer todo santo dia, porque morreram muitas pessoas naquele acidente, ajudamos muito, e nunca pensei em passar por aqui. Deus é muito bom comigo.

Você se considera um sobrevivente?

Do avião e da vida. Da vida todo mundo tem que passar, mas só tive alegrias nessa profissão, então, não me considero sobrevivente e sim um vivente.

Você chegou onde sempre sonhou?

Ainda não, mas vou chegar. Tenho muita força ainda e muitos projetos.

Como surgiu o biógrafo Rodrigo Fonseca  na sua trajetória?

Foi sem querer. O Rodrigo é um jornalista brilhante da Globo, e ele começou a escrever para mim no novo programa dos ‘Trapalhões’, e percebi que ele escrevia tudo, e pensei: ‘É esse que vai escrever a minha biografia’. Foi assim que aconteceu.

O carinho do público ainda emociona você?

Eu sou um devedor desse público. Nunca pensei chegar aqui com esse público. São 3 gerações, e eu fico pensando como vou cumprir em vida essas 3 gerações? Tenho que agradecer muito. Esse público faz parte da minha história, faz parte da minha vida. Sou muito grato por tudo.

Para nós, público, o que marcou muito foi sua ida ao Cristo Redentor nos anos 90. Foi incrível, né?

Aquilo foi loucura (risos). Foi muito difícil para mim, mas eu queria chamar atenção para o Criança Esperança. Meu medo era quando eu chegasse na mão dele (do Cristo Redentor), ele começasse a aplaudir.

*Entrevista feita pelo jornalista André Romano

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