“Simples e difícil ao mesmo tempo”, afirma Julia Lemmertz sobre personagem em Espelho da Vida

Publicado há 2 anos
Por Henrique Carlos
Publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio

Julia Lemmertz está de volta para as novelas da Globo após Novo Mundo. Ela dará vida à Ana, mãe da protagonista Cris (Vitória Strada), em Espelho da Vida. Em entrevista a jornalistas em um evento para o lançamento da trama, a atriz contou como é fazer parte de uma novela escrita por Elizabeth Jhin. Ela ainda falou sobre sua ligação com os temas principais do folhetim. Confira:

Leia também: Gracyanne Barbosa faz 35 anos e ganha surpresa na academia

Continua depois da publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio

Você vai ser a mãe da protagonista. Como está sendo a experiência?

“Isso, serei a Ana, mãe da Cris. Nós estamos bem e felizes, é uma história linda, deliciosa. A Vitória é uma menina extraordinária, muito jovem e muito madura para a idade dela. Ela na verdade faz quase três personagens nessa novela, em 2018, em 1930 e ainda faz um filme sobre 1930. Eu estou feliz, é um personagem que é simples e difícil ao mesmo tempo. Porque ela é uma mulher muito do bem, uma mãe muito dedicada, uma mulher com muitas qualidades”.

Ela trabalha com decoração, certo?

“Ela faz marcheteria. Trabalha com madeira. Sabe aqueles trabalhos que a madeira é toda desenhada? Ela faz esse trabalho, tem um ateliê junto com o marido, que trabalha também com móveis e reformas de peças antigas em madeira. Ele não é o pai da Cris, e sim, o padrasto. O pai é o Américo (Felipe Camargo) com quem a Ana tem relação muito conturbada. Ele deu muito trabalho para ela durante a vida de casado, então eles não têm uma boa relação”.

Julia Lemmertz fala sobre a temporalidade de Espelho da Vida

A sua personagem vai aparecer no passado também?

“Sobre isso ainda não posso falar”.

Como é fazer uma novela que tem essa ida e volta, entre o passado e futuro?

“Eu fiz a novela anterior da Elizabeth Jhin, que foi Além do Tempo. Eu interpretava a mãe da Melissa (Paolla Oliveira) e a gente já tinha isso. Foram 6 meses em 1890, e depois a história ia para 2015. Já tínhamos duas épocas bem definidas”.

Você gosta dessa temática, de coisas que envolvem o tempo, reencarnação?

“Não é nem questão de gostar, eu me jogo nisso. Eu acho que é uma proposta muito interessante e é um pensamento bonito você pensar que podem existir ou realidades paralelas, vidas passadas ou seja lá o que for. É tudo uma grande brincadeira séria”.

Você acredita em Déja vu, já teve algum? E em reencarnação?

“Já tive vários, todo mundo tem em algum momento da vida. Reencarnação não nesse sentido espirita, mas às vezes me pergunto se isso aqui é só o que há, sabe? Se a gente acaba aqui, se a gente vem ou vai para algum lugar, mas eu me preocupo mais em viver essa vida aqui que já dá trabalho o suficiente. Se tem ou se não tem, não há o que a gente possa fazer, porque a gente não lembra, então isso sempre vai ser uma questão filosófica”.

*Entrevista feita pelo jornalista André Romano

Publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio