“Minha meta é me divertir”, revela Milene Domingues, participante da nova temporada do Dancing Brasil

Publicado há 3 anos
Por João Paulo Reis
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A atleta Milene Domingues estará na segunda temporada do programa Dancing Brasil que estreia nesta segunda (24) na RecordTV. A moça conversou com o Observatório da Televisão sobre os desafios do programa, sua participação na versão espanhola do programa, e sobre como lida com a criação do filho, Ronald:

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O que te fez aceitar o convite do Dancing Brasil?

Por mais que seja um concurso, o que me fez aceitar foi essa coisa da diversão. O ambiente da dança é tão gostoso. Eu participei de um programa há 11 anos na Espanha chamado Mira Quien Baila, que tinha o mesmo formato do Dancing Brasil, então o ambiente é muito saudável, e fazer isso no meu país, ao lado da nossa rainha é maravilhoso. Eu morro de vergonha, então é um desafio para mim, e um desafio prazeroso. A gente que é meio atleta sempre tem o desejo de se superar.

Você já está ensaiando há quanto tempo?

Estamos ensaiando há 20 dias, onde fizemos no máximo 5 ensaios. Como o primeiro episódio não é eliminatório vai ser como uma quebra de gelo, e conter o friozinho na barriga que sempre acontece. Eu joguei futebol a vida inteira, e até hoje quando entro em campo brincando, sinto esse friozinho na barriga. Aqui essa coisa do ao vivo, da coreografia, de não esquecer a coreografia, e dançar com o salto é tudo muito diferente.

Você não costuma usar salto?

Não. Salto é no máximo para andar. Dançar com ele, é muito difícil. Os giros são complicados para mim também, porque tenho vertigem e não gosto de girar. Eu acredito que ninguém aqui está pensando no prêmio e sim na nossa própria superação, em aprender e ir evoluindo a cada ritmo.

Tem algum ritmo que você acha mais complicado?

Todos. Não posso revelar qual o meu primeiro porque senão me puxam a orelha. A diferença do programa que participei há 11 anos é a interpretação. Tudo aqui é muito intenso, tem uma história, um cenário e bailarinos que vão nos ajudar, e a cada semana é um espetáculo, e não sou muito atriz dessa forma. A minha meta é me divertir, e fazer o público sentir que estou me divertindo com aquilo.

O Esporte te ajudou a ter uma consciência corporal melhor para dançar?

Ajuda bastante quanto a forma física. É completamente diferente, eu senti dor muscular em tudo. Eu por exemplo não sabia que era possível mexer o quadril sem mexer o bumbum, e é possível, então você precisa dividir cada pedaço do seu corpo. O bailarino tem muita consciência de partes do corpo, um atleta pensa na parte de se superar, e tem isso da persistência. Eu não tenho muita flexibilidade, o que já é natural do meu esporte. Futebol não alonga muito. Agora eu acredito que um bailarino consiga praticar qualquer tipo de esporte.

E você já se imaginou ganhando o programa?

O único pensamento que tenho é de não me decepcionar comigo mesma. Se a pessoa vence porque ela foi melhor que você, tudo bem, mas se vence porque você não deu o seu melhor, isso é terrível para um atleta. Não quero sair do Dancing com essa sensação.

Como está sua rotina de cuidados com o corpo?

Meu filho está de férias com o pai e já é normal da minha parte fazer uma promessa de não comer doces quando ele está de férias. Esse sacrifício faço para que ele tenha uma boa viagem, se divirta, e sei que ele vai fazer isso mesmo sem minha promessa mas faço sempre. Então este é um período bom pra emagrecer. Não sou de comer muito, mas amo doces. Não posso ver um brigadeiro. Não sou tão gordinha, mas a TV engorda um pouco. A dança mexe com muitas partes do corpo, e já tem pessoas me dizendo que dei uma emagrecida. Eu não estou pesando menos, mas sinto que dei uma afinada. Eu jogo bola até hoje, em um clube chamado Hebraica, não é profissional mas participamos de campeonato, e faço Muay Thai. Não faço academia, não gosto de musculação, sei que é necessário mas não gosto.

O Ronald se enveredou pelo caminho da música…

Ele tem uma musicalidade natural. Ele dança um milhão de vezes melhor que eu, uma audição super fina, e estou aprendendo tudo. Eu como toda mãe, quero ver meu filho feliz, e ele é feliz quando está lá na pick-up dele. Uma felicidade que transborda.

Você é aquele tipo de mãe que não dorme enquanto o filho não chegar?

Sou, isso quando não vou na balada com ele, porque ele é menor, e eu preciso ir com ele pra ele poder tocar.

Você é uma mãe ciumenta?

Já fui mais, mas com 17 anos está na hora de eu desapegar desse ciúme. Se a pessoa que tiver do lado dele fizer ele feliz, eu vou estar feliz também. Meu filho é meu companheiro e conversamos sobre tudo. Tenho que me posicionar como mãe, não é fácil, mas somos muito amigos. Tenho que levantar as mãos aos céus porque ele é um bom menino.

O seu filho é filho de duas pessoas públicas. Como ele lida com isso?

Até os 10 anos de idade dele, a gente morava fora, então ele não conviveu com isso, e para ele foi um choque porque de repente ele parou de ser uma criança normal para ser “o filho de”, então essa proporção da fama do pai dele, ele só teve conhecimento quando chegamos aqui. Mesmo o pai dele sendo conhecido mundialmente, aqui no Brasil ele é idolatrado, e o Ronald não tinha essa noção. Hoje em dia, ele leva isso bem tranquilamente.

Você jé é experiente no formato do Dancing

Nem tanto. Quando participei, era um famoso dançando com um bailarino, mas aqui é um verdadeiro espetáculo. Tem o cenário, os outros bailarinos, os ritmos, e por fazer algo dentro do nosso país, é diferente. Ninguém dança triste, e essa alegria toda devido à experiência que eu já tinha foi o que me fez estar aqui.

*Entrevista realizada pela jornalista Nucia Ferreira.

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