Marcello Melo Jr. define seu personagem em Arcanjo Renegado: “Um cara corajoso’

Publicado há 7 meses
Por Renan Vieira
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Marcello Melo Jr. é um ator, cantor, compositor, e modelo brasileiro, que nasceu em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, RJ, e foi criado no Morro do Vidigal, Zona Sul do Rio de Janeiro. Em 1998, Marcelo Melo Jr., ainda criança, iniciou a vida artística fazendo aulas no Grupo Nós do Morro, e depois conquistou vários personagens de sucesso na TV e no cinema.

Participou de filmes como Cidade de Deus, de Fernando Meirelles, Tropa de Elite, de José Padilha, Meu Nome Não É Johnny, de Guilherme Fiuza, e Última Parada 174, de Bruno Barreto. No teatro, participou de inúmeras montagens do Grupo Nós do Morro. Na Globo, fez Malhação, A Vida da Gente, Lado a Lado, Tempo de Amar, e mais recentemente, Bom Sucesso, entre outras.

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Agora ele encara mais um personagem importante em sua carreira, o Mikhael, protagonista da série Arcanjo Renegado, do Globoplay. Confira uma entrevista em que ele fala sobre com vê esse desafio em sua carreira.

Como você define o Mikhael?

Eu o definiria como um cara corajoso por ter tido o pai assassinado, e ainda assim seguir a mesma profissão que ele e assumir essa carga de energia. Dentro dos próprios princípios, ele é um cara honesto e não faz o que faz por maldade ou prazer de matar, porque considera que isso é honrar a farda que ele usa.

Como se preparou para o papel?

A preparação foi bem interessante. Ensaiamos em um galpão em Jacarepaguá, onde tivemos aulas de técnica policial, além de treinar tática, preparação teórica e pratica. Aprendemos a linguagem da polícia, como segurar a arma, como andar, como proceder numa operação que deu certo e que deu errado. Meu treino físico foi para ter energia para encarar todas as cenas de ação e me adaptar a gravar com a roupa da polícia, que é muito pesada.

Qual é a principal mensagem da série, na sua opinião?

A mensagem da série é mostrar como está o nosso Estado, como precisamos ficar mais atentos ao ser humano, procurar ver o outro lado das coisas.

Se identifica com o personagem de alguma forma?

Na sua solidão. Eu tenho família, que mora em Nova Iguaçu, enquanto eu fico em São Conrado, e por conta da correria da vida, não consigo vê-los como gostaria. Meus pais são vivos, casados, mas esse conceito de família é um vazio, por eu morar aqui, sinto falta desse amor, de ter por perto essa convivência familiar. Mas minha família e amigos vibram muito por mim. Estão loucos para ver tudo, ansiosos, emocionados.

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