Geraldo Luís defende simplicidade no formato do Domingo Show: “Algumas pessoas querem inventar tantas coisas que ficam mecânicas”

Publicado há 2 anos
Por Leandro Lel Lima
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A partir de junho, Geraldo Luís retorna ao formato de sucesso do Domingo Show. O dominical volta vivo com plateia, cenário novo e com maior tempo de duração. As novidades foram bem recebidas pelo apresentador conhecido pelo improviso. Ao Observatório da Televisão, Geraldo afirmou que gosta de contar histórias de pessoas simples, mas de acordo com o comunicador audiência é consequência.

O programa volta a ser
ao vivo com plateia e maior tempo de duração. Como recebeu a notícia?

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Feliz. O ao vivo é uma delícia. Recebi um presente [Meu aniversário foi dia 13/05]. Feliz com as novas contratações, mais de cinquenta pessoas. Teremos quatro horas e quarenta minutos ao vivo. A TV, nessa nova linguagem, tem como concorrente o celular, não é o Celso Portioli. No ao vivo você pode ousar. Meu diretor, apesar de novo, estimula a produção.

Afinal, o que o público pode esperar?

O palco vai se surpreender com histórias de pessoas simples. O meu desafio é o simples. Algumas pessoas querem inventar tantas coisas que ficam mecânicas. Vamos trazer de uma forma criativa. Por onde anda, as pessoas falam retrô. Qual é a história por trás de uma letra [quadro sobre os artistas que estão fora da mídia]?

Viagem Internacional

Mas você vai continuar a fazer reportagens contando historias pelo país? E fora do país, já tem algum lugar em vista, por exemplo?

Chile, primeira viagem internacional. Gosto de histórias simples. Eu gosto de abraçar histórias simples, tem gente que tem medo. A TV ficou engessada, em cópias frenéticas. O Silvio Santos é o diferente, igual sempre. Cada um tem uma história.

Aliás, audiência te preocupa?

Será um domingo pra família. Quero ter esse desafio com um conteúdo bacana, no simples. Os diretores estão com medo de ousar. Cada domingo será um acerto. Não dá pra ganhar sempre. Não tem mais essa de dar dez, treze pontos. Audiência é consequência. No domingo você zera.

Por fim, como lida com as críticas?

Tem a crítica maldosa, aquela feita pro clique. Mas tem aquela que é de quem te assiste. “Olha, Geraldo, não está legal”. Essas eu leio. Tem gente que faz televisão porque precisa, eu faço porque gosto de fazer televisão. Conheço todos os vilarejos desse Brasil. Não sou um personagem, a Record me dá liberdade.

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