Flávia Alessandra revela que ainda não viu Milhem Cortaz de calcinha e brinca: “Otaviano que não se atreva a usar”

Publicado há 2 anos
Por Cadu Safner
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No dia 12 de novembro, a Rede Globo estreia O Sétimo Guardião. O folhetim escrito por Aguinaldo Silva marca o retorno do autor ao realismo fantástico. A novela conta com Flávia Alessandra no elenco.

Ela dará vida à Rita de Cássia, uma mulher divertida que viverá momentos calientes com o marido, o delegado Dr. José Aranha, interpretado por Milhem Cortaz. A dupla é uma verdadeira caixinha de surpresas. Em entrevista ao Observatório da Televisão a atriz fala sobre o retorno às novelas, expectativas com a personagem, e o fetiche do casal. Confira:

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Veja também: O Sétimo Guardião: Conheça parte do elenco e personagens que vão embalar a novela

Conte um pouco sobre a Rita de Cássia? 

“Mulher astral, sonhadora, casada com o delegado da cidade. Um casal super feliz e realizado. São bem resolvidos. O maior sonho dela é se tornar uma estrela de cinema internacional, e ela não pensa pequeno. Além de retomar a parceria com o Aguinaldo eu estou voltando para o núcleo comédia. É um viés que eu também amo fazer e foi muito bom pra eu voltar”.

Como ela lida com o fato dele usar calcinhas?

“Ela também revela uma fantasia mais tarde, mas não posso adiantar. Eles começam um embate de realização, eu diria. Encontramos um caminho bem bacana, delicado, verdadeiro. A gente discute até que ponto você avalia se uma fantasia é correta ou não. Casamento é um acordo, não ferindo nenhuma das partes, tudo pode, tudo é permitido”.

Fantasias sexuais na novela

Você acredita que o público vai se sentir à vontade para te abordar para falar desse assunto?

“Eu acho que todo mundo no fundo tem uma fantasia, desde a mais normal até a mais exótica. A personagem não vai se limitar somente a isso. Estramos abordando um viés”.

Como veio o convite para fazer O Sétimo Guardião?

“Eu estou numa grande expectativa. Estou há dois anos reservada. Não fiz Walcyr, não fiz a minissérie Se Eu Fechar Os Olhos Agora, não fiz Deus Salve o Rei. Não fiz um monte de coisa. Então eu estou com toda a energia acumulada. As pessoas cobram essa volta, mas foi muito bom porque consegui fazer coisas paralelas. Foi um ano que eu consegui fazer cinema, rodei dois filmes. Consegui me dedicar às causas sociais que eu abraço, então, tem um outro lado da vida que continua, que é muito bom.

Você acha importante dar espaço para o descanso de imagem?

“Eu acho que quando a gente faz personagens de caminhos tão diferentes, não existe uma crise. Eu tinha acabado de fazer a vilã de Êta Mundo Bom!, então, que não fosse uma outra personagem igual, estaria bom”.

Experiência no cinema

Sobre os filmes, como foi a experiência?

“Um deles já estreou, que é o Polícia Federal – A Lei É Para Todos. Foi muito bacana, recorde de bilheteria, vai ter uma continuação e a gente vai ajustar com as gravações da novela. O outro deve estrear no início do ano que vem, que é uma comédia romântica com o Leandro Hassum”.

Voltar para a comédia era um desejo?

“Eu tenho muita vontade de fazer uma vilã no horário das 21h. As vilãs deste horário vão mais a fundo. Tenho muita vontade, se fosse um personagem assim, eu toparia também. Fica a dica para os autores (risos)”.

O Otaviano é um cara que topa fazer essas fantasias?

“Eu vou botar calcinha no Otaviano (risos). Ele que não se atreva. Nem o Milhem Cortaz eu vi ainda. Eu quero sofrer este impacto. Eu combinei com ele: ‘Pelo amor de Deus, não me deixa te ver de calcinha’. A gente já fez leitura e preparação, e ele já queria ir tirando, mas eu mandei ele manter a calça (risos). O Otaviano não pode brincar com isso porque isso  ainda é muito sério pra mim”.

Ele vai ter uma calcinha preferida?

“A gente vai ter várias. Tem um momento que eu eu vou dando várias possibilidades para ele. Existe muita definição de modelo para calcinha. Ele vai desfilar muito de calcinha. Ela é uma mulher ‘ok’. Quando a gente estava fazendo a leitura e chegou o momento que ela foi revelar a fantasia dela e ele tem a reação, começou uma discussão na mesa. O que pode parecer um pouco absurdo, a gente está tratando de uma forma tão delicada e real, e existe mesmo. Não tem regra entre um casal, se tudo está acordado, que sejam felizes”.

*Entrevista feita pelo jornalista André Romano

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