Camila Pitanga fala sobre Criança Esperança 2018, que termina neste domingo: “Não tem como você passar incólume”

Publicado há 2 anos
Por João Paulo Reis
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Neste fim de semana, Camila Pitanga conversou com o Observatório da Televisão sobre sua experiência como mobilizadora do Criança Esperança.

A campanha termina neste domingo (26). Ao lado de mais 29 artistas, a atriz teve a missão de promover discussão em torno dos direitos da infância e do adolescente. E incentivar os projetos sociais apoiados pela campanha – feita em parceria da Globo com a UNESCO.

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“Era lindo ver algumas crianças que já tinham passado por umas coisas bem complicadas. Com uma maturidade impressionante. Eles acabam virando facilitadores. Muitos jovens de 16, 17 anos que participaram dessas rodas de conversas pequenininhos, hoje são facilitadores em outras escolas”, afirmou ao relembrar o dia em que conheceu jovens contemplados pela ação em Fortaleza (CE).

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Orgulhosa com o impacto positivo da campanha na vida de centenas de jovens, a atriz ainda falou sobre Jonathan Azevedo. O eterno Sabiá de A Força do Querer (2017), foi citado como exemplo transformador.

“Toda vez que você conhece a história de uma pessoa que se disponibiliza a transformar a vida do outro, não tem como você passar incólume. Me interessa muito ver a vida de quem se transformou, por exemplo, o Jonathan que tem uma história linda na nossa vida”, continuou.

Eu sou fruto de um projeto do Criança Esperança”, afirma o ator Jonathan Azevedo

Jonathan Azevedo foi escolhido como um dos mobilizadores do Criança Esperança (CE). Na edição 2018, 26 novos artistas passaram a integrar a rede de solidariedade do projeto promovido em parceria da Rede Globo com a UNESCO, que visa garantir os direitos das crianças e dos adolescentes. Em conversa com o Observatório da Televisão, o ator revelou a importância do CE em sua formação artística.

Incentivado pela leitura, Jonathan ingressou em um projeto teatral apoiado pela campanha. “Eu sou fruto de um projeto do Criança Esperança, o Escola de Espetáculo. Eu cheguei lá para estudar teatro e depois de duas semanas, o curso ia ter que tirar alguns alunos. Aí entrou o Criança Esperança trazendo um pouco mais de recurso. Eu fui um dos beneficiados de poder aprender e estudar.”

Detalhou o ator, que mais tarde migrou para o Nós do Morro – grupo também beneficiado pelo CE. “A madrinha nessa ocasião era a Camila Pitanga. Eu tive não só o incentivo e ajuda de todas as pessoas que doam para o Criança Esperança. Também tive a ajuda de uma artista do tamanho dela que alimentou os meus sonhos, onde eu pude estudar e para que hoje eu pudesse estar vivendo essa emoção. Sendo uma pessoa que pode levar essa autoestima que ela me trouxe “, concluiu o ator carioca.

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