Bruno Gissoni revela como foi gravar Os Trapalhões ao lado de seu ídolo, Renato Aragão: “Eu não conseguia acreditar”

Publicado há 4 anos
Por João Paulo Reis
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A nova versão de Os Trapalhões, estreia nesta segunda-feira (17) e conta com Bruno Gissoni no elenco, como o personagem Dedeco, inspirado em Dedé. Durante a coletiva de imprensa de lançamento do programa, o ator conversou nossa reportagem e revelou detalhes sobre o humorístico:

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Bruno, você imaginava um dia fazer parte da nova geração dos Trapalhões?

Imaginar, eu nunca imaginei. Tenho os trapalhões como ídolos da minha infância, cheguei a pegar o finalzinho e tenho sentido uma mistura de sentimentos. Estou vivendo profissionalmente um sonho de criança, e contracenando com dois ídolos que são o Renato Aragão e o Dedé Santana.

Como está sendo essa preparação?

Nessa primeira temporada, nós somos discípulos deles e eles tentam passar essa sabedoria para os novos personagens que são Didico, Dedeco, Mussa e Zaca. Eu não faço o Dedé, e sim o Dedeco, personagem oriunda do Dedé, então ao mesmo tempo que tem esse tipo de comparação, também não tem. Está sendo uma delícia de fazer, foi um encontro muito lindo.

Sei que no Criança Esperança você já teve oportunidade de encontrar com o Renato mas não como está acontecendo agora. Como tem sido esse encontro com o Renato e com o Dedé?

O Dedé eu tinha encontrado em alguns eventos aqui da Globo, mas nunca tivemos a oportunidade de conversar como agora. Ele é uma pessoa maravilhosa, e achei até estranho de tão incrível que ele é. É difícil encontrar pessoas assim com o coração tão grande, e claro, existe ainda a relação de ídolo e fã. Quando um ídolo vem falar com você, seu coração fica até gelado. Com o Renato, eu olhava para ele e não acreditava, ficava pensando “Não é possível que vou gravar uma cena com o Renato Aragão”, e ele é uma pessoa leve, brincalhona, que me colocou no mesmo nível de igualdade dele, e com isso potencializou meu trabalho. Só tenho que agradecer a oportunidade de fazer este trabalho.

Como surgiu o convite para participar de Os Trapalhões?

Foi em cima da hora. Eu estava viajando, e me ligaram dizendo que eu precisaria voltar para daí a dois dias começar a fazer o Dedeco. São daquelas surpresas boas que aparecem na vida.

Como será o humor presente no programa?

Vai ser mais politicamente correto, mas com o mesmo frescor e características de antes. Estamos tentando fazer algo leve mantendo os pontos principais do passado.

Você está gostando dessa sua fase profissional fazendo humor?

Todo mundo tem um lado humorado, só temos que aflorar ele. O jeito que fui recebido e acolhido por todos me deu mais liberdade e segurança para arriscar. Acho que o produto final está lindo.

Você é o único do elenco que já tinha uma carreira na teledramaturgia. Como você enxerga essa coisa de ter uma bagagem maior, mas não ser do humor?

Quando somos artistas, temos que estar abertos a tudo. Os outros meninos do elenco também têm esse lado mais denso. Acredito que se for pedido para eles fazerem algo do drama como me foi pedido no humor, eles certamente vão corresponder à altura. Temos que estar prontos sempre, e se jogar.

Você está desempenhando um papel novo na sua vida, que é o de pai. Como está sendo?

Está uma delícia! É a melhor experiencia da minha vida, um presente de Deus que veio na hora certa, de uma pessoa maravilhosa, por quem tenho um carinho muito grande. Está sendo uma luz na minha vida. Filho só vem pra acrescentar, amadurecer e fazer a gente enxergar a vida de uma nova forma.

*Entrevista realizada pelo jornalista André Romano.

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