Bruno Gagliasso rebate rótulo de mocinho de seu personagem em O Sétimo Guardião: “O importante é o fator humano e isso está ali”

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Gabriel Marsala. Este é o nome do protagonista de O Sétimo Guardião, nova novela das 21h. Interpretado por Bruno Gagliasso, o rapaz abandonará a noiva no dia do casamento e partirá de São Paulo. Em Serro Azul, cidade em que se passará a trama, ele conhecerá Luz (Marina Ruy Barbosa), e ficará dividido entre o amor e sua missão “divina”.

Durante a apresentação da novela nos Estúdios Globo, o Observatório bateu um papo com o ator que falou sobre o personagem, e sobre seu amadurecimento como ator e como pessoa.

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Fala para a gente sobre o seu personagem em O Sétimo Guardião.

“Meu personagem é o Gabriel, ele é um cara bacana pra caramba, um cara normal de uma família muito rica, que recebe um chamado para ir para uma cidadezinha, e descobre que esse chamado é maior que qualquer coisa. Lá ele acha um grande amor e ao mesmo tempo percebe que tem uma grande missão. A novela está linda demais! Isso não chega aos pés do que de fato é a novela como um todo. Está todo mundo fazendo tudo com muito orgulho, é uma novela necessária, é a volta do realismo fantástico em grande estilo”.

Quando tem que escolher entre o amor da vida e a missão como faz?

“Cara, é difícil. Às vezes nossa missão é nosso amor. Vamos ver o que o Gabriel vai escolher e as circunstâncias daquilo. Vamos descobrir juntos dia 12, quando a novela estrear”.

A personagem da Lilia Cabral, a Valentina, é mãe do seu personagem. Ela é uma vilã, não é?

“É a grande vilã, junto com o Marcello Novaes. E nossa estrela, nosso protagonista é o gato”.

Bruno Gagliasso fala de seu amor pelos animais

Como você lida com os animais em cena?

“Eu sou bicheiro no bom sentido. Gosto de cachorro, gato, animais silvestres, inclusive tenho ONG chamada Vida Livre que reabilita animais silvestres e os solta. Amo animais”.

Você é supersticioso?

“Não tanto. A melhor superstição é estar inteiro em tudo o que você faz. É não pensar ‘se eu tivesse feito assim’. Estou com muito tesão em O Sétimo Guardião porque é minha volta às novelas após 1 ano e meio”.

Como você está descobrindo esse mocinho?

“A primeira coisa é não querer colocá-lo no lugar de mocinho, e sim no lugar de humano. A gente não sabe quem é mocinho e quem não é. No primeiro capítulo ele briga com a mãe, abandona um casamento, então até que ponto um mocinho faria isso? O importante é o fator humano e isso está ali”.

Por que você está há 1 ano e meio sem fazer novelas?

“Acabei emendando. Decidi ficar fora, fui fazendo um filme atrás do outro. Ontem lancei o filme Todas as Canções de Amor, tem Mariguela em fevereiro, tem o Loop, que filmei fora. As coisas foram acontecendo e eu queria voltar para a TV em uma boa história”.

Você falou que as pessoas estão precisando de uma novela de realismo fantástico como essa. Por quê?

“Porque a realidade já é muito dura. Eu acho que a novela vai trazer um respiro e sinto na rua que as pessoas estão ansiosas por essa novela. O público quer. É preciso propagar boas mensagens, amor, e achar leveza dentro da realidade”.

Realismo fantástico

 

Você faz tudo com muito amor. Esse realismo fantástico te deixa mais apaixonado?

“Estou completamente apaixonado. Estou amando trabalhar com o Aguinaldo e novamente com o Papinha. Fiz com ele uma novela das seis, que foi Sinhá Moça, estou feliz da vida”.

Nós vemos que você amadureceu muito como pessoa…

“Eu acho que faz parte do amadurecimento do ser humano. Nós somos tudo o que vivemos. Nós somos nossos erros e nossas conquistas, então acho que é natural crescer como ser humano, dar a mão para o outro, abrir mão de algumas coisas”.

Ser pai te ajudou nisso?

“Sem dúvida, mas é tudo, não só isso. É algo multifatorial”.

Você entrando em determinadas causas, acaba ficando mais suscetível a críticas e haters. Como você absorve tudo isso? 

“Estudo. Me esconder e não colocar a cara não me deixaria feliz. Eu odiaria estar do outro lado. Quando a crítica é sobre nosso trabalho, OK. Uma coisa é falta de privacidade, outra é invasão de privacidade, as pessoas têm que começar a diferenciar isso. Quando é invasão, quando ofende, não tem como tirar de letra. O amor precisa ser propagado porque ele é uma força muito grande nessas, temos que espalhá-lo”.

*Entrevista feita pelo jornalista André Romano

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