Atores de Malhação e Rock Story relembram seus maiores perrengues de Carnaval

Publicado há 4 anos
Por Cris Veronez
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Além de serem presença confirmada quase todos os dias nas telas da televisão, os atores Malu Falangola e Matheus Dias, de Malhação – Pro Dia Nascer Feliz, e Thayla Luz, Tainá Medina e Giovana Cordeiro, de Rock Story, também são figurinhas garantidas no carnaval do Rio de Janeiro.

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Em um bate-papo descontraído com o Observatório da Televisão, eles contam como pretendem aproveitar os dias de folia na Terra do Samba, relembram perrengues de outros carnavais, confidenciam suas escolas de samba do coração e ainda revelam se são românticos ou se preferem ficar com alguém sem compromisso no carnaval.

Confira:

Qual é a sua programação para o Carnaval 2017?

Malu Falangola – Pretendo ver de perto o carnaval de rua e separar um dia para torcer pela Mangueira no desfile da Sapucaí.

Matheus Dias – Prefiro um carnaval mais calmo. Gosto de sair com os amigos e me divertir bastante, independentemente do local escolhido. O local é o que menos, contanto que eu esteja com pessoas alegres.

Thayla Luz – Sempre gostei muito de carnaval e vou em vários blocos. Pretendo ir nos mais reservados, pois assim tenho mais espaço para dançar.

Tainá Medina – Pretendo ir nos blocos Agytoê, Boitatá, Minha Luz é de Led, Maracutaia, Tambores de Olokun e no Amigos da Onça. Mas carnaval de rua é sempre um mistério, você nunca sabe em que bloco vai parar. A gente acaba andando a cidade inteira e o maneiro é deixar se levar pelos blocos que estão bons.

Giovana Cordeiro – Estou ansiosa para ir à Sapucaí para ver os desfiles pela segunda vez. Também gosto muito dos blocos de rua. O bloco Carrossel de Emoções é meu preferido. Eles têm tudo a ver com o carnaval e sou muito fã.

Matheus Dias fantasiado (Arquivo Pessoal)

Qual é a sua escola de samba do coração?

Malu Falangola – A Mangueira que ganhou meu coração. Assim que cheguei no Rio conheci amigos que frequentam a quadra e isso me fez conhecer a escola de perto. Durante o ano vou a festas e eventos de lá.

Matheus Dias – Eu tinha uma empatia bem grande pela Mocidade, não sei explicar porquê, e depois dos desfiles fantásticos que a Unidos da Tijuca fez nos anos anteriores comecei a torcer bastante por eles também.

Thayla Luz – A escola de samba que faz seu coração bater mais forte é a Portela.

Tainá Medina – Eu não acompanho muito mas gosto de graça do Salgueiro.

Giovana Cordeiro – Uma parte da minha família é tijucana, vibram pelo Salgueiro. Uma outra é de Bangu, e torcem pela Mocidade. Eu cresci dividida entre os dois e tenho a maior admiração, mas hoje em dia eu vejo o desfile e escolho a minha favorita de cada ano. É tão difícil julgar, eu acho tudo muito lindo! Me arrepio sempre!

Malu Falangola e seu namorado, Walter Ramacciotti (Arquivo pessoal)

Qual foi o maior perrengue que você já passou ao curtir algum bloco ou festa de carnaval?

Malu Falangola – Já estive em blocos de não conseguir colocar o pé no chão. Essa hora é desesperadora! Mas, carnaval é paciência e diversão. Brincar sabendo que essas coisas acontecem fica mais leve.

Matheus Dias – Eu fui a bloco onde tinha um caminhão que jogava água nas pessoas e eu não queria ficar molhado, meus amigos me levaram à força. No meio desse mesmo bloco, um desses amigos pisou no meu chinelo e ele arrebentou. Passei o bloco inteiro descalço, andando para todos os lados.

Thayla Luz – Acho que foi há uns dois anos. Fui pra um bloco em Ipanema de tarde com um grupo grande. Geralmente íamos sem celulares, com medo de roubarem os nossos. Quando anoiteceu, começou uma chuva grossa, que foi se tornando cada vez mais forte. Chegou uma hora que cada um correu para um canto e acabei me perdendo completamente deles. Passei o resto da noite tentando achá-los, sem conseguir ligar pra ninguém e sem poder voltar pra casa, porque o pouco dinheiro que tinha guardado no bolso era só farelo, completamente encharcado.

Tainá Medina – Nossa, eu já passei por alguns perrengues em carnaval, mas acho que o pior foi quando fui pela última vez num bloco em Ipanema, acho que foi o Simpatia É Quase Amor, alguns anos atrás: minha amiga foi furtada e depois que o bloco acabou a gente não conseguia sair de Ipanema porque não tinha ônibus ou metrô! Os ônibus tinham gente saindo para fora da janela e os metrôs estavam bloqueados de tanta gente. A gente ria demais porque era só isso mesmo o que podíamos fazer. Foi o famoso “rir da desgraça”. Andamos da rua General Osório até quase Botafogo para conseguirmos entrar em um ônibus lotado que me deixou a 30 minutos a pé da minha casa.

Giovana Cordeiro – Sinônimo de carnaval é perrengue (risos). Mas a gente sempre leva com bom humor. As voltas para casa depois dos blocos sempre foram um perrengue. Já fiquei horas esperando ônibus para voltar para casa, já cansada do bloco, com fome, dinheiro contado. Mas eu tenho um episódio que entrou para a história: eu fui a um bloco com minha mãe e minhas irmãs, quando tinha uns 13 anos, e comi um cachorro quente de rua que não bateu muito bem. Depois de um dia inteiro na rua, eu já estava me sentindo mal, minha pressão caiu e eu desmaiei no meio do bloco! Saí carregada e tudo por causa de um cachorro quente! Passei a madrugada toda no hospital, no soro! E depois disso, acabou o carnaval naquele ano!

Dizem que carnaval é época de pegação… Você é do tipo romântico (a) ou não vê problema em ficar com alguém sem compromisso?

Tainá no pré carnaval 2017 do “Amigos da Onça no Circo Voador” (Arquivo pessoal)-

Malu Falangola – Sou do tipo romântica. Namorando sou ainda mais!

Matheus Dias – Carnaval para quem está solteiro é o momento da pegação. Se a pessoa está solteira, não vejo problema em “ficar”. Sou romântico, mas no momento estou sozinho e então o “sem compromisso” é válido.

Thayla Luz – Não vejo nenhum problema em ficar sem compromisso. O importante é se divertir.

Tainá Medina – Eu gosto de ir para bloco para curtir com os meus amigos, não ligo muito para isso de ficar com as pessoas no carnaval. Em geral vou com um grupo de amigas, a gente fica coberta de purpurina dos pés a cabeça e completamente suadas de dançar. Costumamos dizer que somos “impegáveis”, porque ficamos fazendo brincadeiras idiotas o tempo todo (risos).

Giovana Cordeiro – Carnaval é “época de pegação” para quem está a fim, mas também é época de se divertir, de se fantasiar, de usar purpurina! Não vejo nenhum problema em ficar sem compromisso, mas eu sou das que vão para aproveitar, se divertir! Namorando então a diversão vai ser maior ainda. Já estamos planejando todas as nossas fantasias e os blocos que iremos! Então também vai ter muuuuito romantismo!

Thayla Luz fantasiada (Arquivo Pessoal)

Qual foi a fantasia mais legal que você já viu alguém usar e qual foi a mais “paga-mico”?

Malu Falangola – As mais legais são as que minha família faz e todo mundo sai junto! Já tivemos de vários tipos: Chacrinha, Carlitos, palhaços… E no carnaval não existe “paga mico”. É o momento de usar o que quiser, sem ter ninguém te olhando! Tem que se jogar e usar a criatividade!

Matheus Dias – A fantasia mais legal foi a de Power Ranger Branco, achei irada. A mais engraçada foi a minha e dos meus amigos em que fomos vestidos de mulher.

Thayla Luz – Eu adoro aquelas fantasias combinadas em grupo ou dupla. Achei muito bom um ano que eu vi um grupo de homens de “eita Giovana”: estavam todos com trancinhas e mini forninhos em cima da cabeça. Acho que não tem essa de pagar mico no carnaval. É a única época do ano em que as pessoas estão muito mais preocupadas em curtir, não julgar.

Tainá Medina – Eu já vi muita fantasia nessa vida, hein! Mas acho que a mais legal que eu vi foi uma menina de Princesa Amidala, do Star Wars… A maquiagem, tudo estava perfeito, não sei como ela estava conseguindo manter tudo no lugar no calor do bloco. Eu acho que não tem muito “paga-mico” no carnaval, desde que você esteja se divertindo, tá tudo certo.

Giovana Cordeiro – Vi uma vez um grupo de amigos caracterizados de Avatar, mas pareciam que tinham saído direto do filme. Estava muito bem feito! Achei incrível! E no carnaval não tem essa de pagar mico! Vale sempre a piada! Tem umas fantasias improvisadas que não dão muito certo, mas é aí que está a graça (risos). Aquela que pega o que tem no armário e usa a criatividade! Me divirto!

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