“A concorrência é muito forte”, diz Williane Rodrigues sobre Jornal do SBT Brasília

Publicado há 3 anos
Por Gabriel Vaquer
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Williane Rodrigues é uma jornalista artística. Sua paixão pela notícia só é maior que sua paixão pelo teatro, onde ela fez algumas peças até o ano de 2005, chegando a conciliar a vida de atriz com a de jornalista no início da carreira.

Mas em uma hora, ela teve de definir o destino, e decidiu escolher a notícia. E que sorte a nossa: Williane virou a cara do SBT em Brasília, apresentando atualmente o Jornal do SBT Brasilia, noturno que marca entre 8 e 10 pontos de Ibope em Brasília e seu entorno.

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A jornalista está na emissora faz 13 anos, desde 2005, e chegou ainda quando o telejornal apresentado no horário do almoço era um programa terceirizado. Foi repórter da lendária equipe de jornalismo montada por Ana Paula Padrão para o início do SBT Brasil, em 2005.

Além disso tudo, apresentou no SBT Brasília no almoço, entre 2013 e 2016. Hoje, está no noturno e bem feliz, mas preocupada com a concorrência, que fez o telejornal mudar e ganhar o reforço do colega Felipe Malta – ela também edita o programa.

Nesta entrevista, ela conta detalhes de sua trajetória e momentos bem marcantes, como os tempos de atriz de teatro, algo que ainda espera voltar muito em breve.

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Leia a entrevista na íntegra:

Observatório – Há um tempo atrás você estava apresentado um jornal no meio do dia e agora você está no jornal da noite. Qual a principal diferença do jornal do meio dia para o da noite?

Williane – Muita diferença, o jornal ao meio dia ele é mais solto, ele é no estilo de programa mesmo, tem merchan e você pode emitir mais comentários e tudo mais, esse também, mas ele é um jornal mais sério, ele é um jornal mais formal, mas não aquele sisudo, ele difere nisso e o tempo também, no primeira edição que a gente chama carinhosamente, mas na verdade é o SBT Brasília e o nosso da noite é o Jornal SBT Brasília, o de meio dia ele é maior, ele tem matérias maiores, muito de comportamento, ajuda, dramas e o da noite é mais dinâmico, a gente meio que dá o apanhado do dia todo, para a pessoa sair do jornal totalmente informada sobre o que aconteceu durante todo o dia, de forma rápida, de uma forma bem objetiva.

Observatório – E a concorrência é um pouco menor, não é? Digo porque meio dia tem o Balanço Geral, tem o DF Alerta, tem o DFTV1…

Williane – Mas tudo bem, porque tem o DF TV que a gente pega um pouquinho, tem o da Record também que a gente não chega pegar o Cidade Alerta, mas a gente pega o jornalismo, a gente pega mais a novela na Globo e outros jornais locais, mas é basicamente a mesma concorrência, claro que o da manhã eles batem de frente, o nosso a gente pega um pouquinho de cada e aí a gente vai se adaptando.

Observatório – Você é literalmente a cara do SBT Brasília, porque você está aqui há 13, 14 anos…

Williane – Desde 2005, então tem 13 anos. Muito tempo, eu entrei aqui muito novinha.

Observatório – Você chegou aqui para fazer o que e como é que foi a sua trajetória aqui dentro?

Williane – Eu cheguei em 2005, a gente tinha um jornal local chamado Cidade Viva, era do meio dia, era um jornal terceirizado, completamente diferente, ainda na bancada e tudo mais e era vice-líder de audiência, tinha bastante entrevistas e tudo mais, eu cheguei para apresentar esse jornal, fiquei mais ou menos dois anos nesse jornal. Depois eu fui chamado para o nacional, para fazer reportagem para o nacional, cobrindo congresso, política, enfim, para o SBT Brasil, na época com a Ana Paula Padrão e tudo mais, fui para São Paulo um tempo também e quando a gente tinha essa coisa do projeto local, eu falei para o nosso diretor de jornalismo que eu queria voltar para o local e aí em 2007, quase em 2008, a gente teve o jornal da casa mesmo, porque não era mais terceirizado, era um jornal do SBT e aí ficou o primeira edição que hoje é o SBT Brasília e o segunda edição que hoje é o Jornal SBT Brasília, então a gente começou em 2008.

Observatório – No jornal da noite você entrou, não é isso?

Williane – Jornal da Noite, eu e o Álvaro Pereira, na época a gente apresentava juntos, era tudo na bancadinha e também era um jornal que já era previsto que seria um jornal mais sério, mais formal e hoje a gente mudou um pouco isso, hoje ele é um pouco mais formal que o primeira edição, mas ainda assim ele não é tão formal tanto como começou. A gente mudou totalmente a proposta do local aqui em Brasília e foi muito bom e tem sido muito bom.

Observatório – A maioria das pessoas não deve saber que a Willie é amante do teatro e já fez peças, não é?

Williane – Sim, duas peças. Fiz o Alto da Compadecida, faz muito tempo, eu tinha 16 anos, antes mesmo de o Alto da Compadecida virar minissérie e tudo mais, depois em 2005 já no jornalismo, eu fiz uma peça infanto-juvenil que se chamava Puro Tempo Perdido, maravilhosa essa peça, as duas foram grandes experiências para mim e eu amo o teatro gente.

Observatório – E você não quer voltar?

Williane – Pois é, todo mundo me pergunta isso quando eu falo de teatro, mas agora fica muito difícil, porque para conciliar o jornalismo com o teatro, dá até dá porque eu já tive essa experiência em 2005, foi exatamente quando eu estava entrando aqui que eu estava com essa peça, a gente foi para vários Estados, assim como O Alto da Compadecida também, o grupo participou de festivais. Eu vi o quanto era difícil conciliar o trabalho mesmo no jornalismo, com os ensaios, porque você tem que se dedicar muito, é sempre ensaiando porque a gente quer entregar para o público um trabalho com perfeição, assim como a gente faz no jornalismo, então é a mesma coisa. Era maravilhoso, mas era muito desgastante, eu tenho muita vontade de voltar, mas eu não sei como eu iria conciliar esses dois momentos, mas foi maravilhoso. Quem sabe, né?

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