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Werner Schünemann revela bom humor nas gravações de Éramos Seis: “Todo mundo ri”

O ator vive o turco Assad na trama das seis

Werner Schünemann em Éramos Seis
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Turco e dono de uma loja de tecidos, Assad é o personagem do ator Werner Schünemann em Éramos Seis. Na trama, ele vive um ótimo comerciante, mas que se irrita fácil com seus funcionários, um tanto engraçado, ele foi traído e tenta lidar com isso.

Em conversa com o Observatório da TV, o ator falou sobre o futuro do personagem e também sobre como está sendo trabalhar com o elenco jovem a novela. Confira:

O que você está achando do seu personagem?

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“As pessoas chamam ele de turco, mas na verdade, ele é um libanês com muitos segredos. É um personagem muito legal, porque ele pode ficar mais divertido, essa abertura que os autores me deram foi muito legal. Foi um personagem que eu ainda não tinha feito na TV.

Ele é acima de tudo, um homem de negócios, ele faz um mundo à sua maneira.”

Você estava preocupado no início com o sotaque dele, né?

“A gente estudou muito esse tipo de sotaque dos descendentes de libaneses. […] Ele fala errado, ele é muito disléxico, tem o som da palavra dita por ele, tem alguns sons que são legais e ele embaralha tudo, verbos principalmente.”

Infidelidade

E sobre a questão do chifre? Você escutou alguma coisa sobre isso?

“Escutei palavra de apoio, palavra de incentivo do povo aí fora (risos). Pois é, o que a gente pode fazer? Com um chifre não se pode fazer nada. Eu acho que é interessante que o personagem da Karine fica muito enriquecido com isso, mas o Assad mal percebe, mal chega a conviver com isso.

Ela fortalece o personagem na medida que ele fica fragilizado por esse situação. […] Ela está apaixonada por ele e tem ciúme dele.”

Mas o casamento do Assad permanece?

“Eu acho que sim (risos), ele é o último a saber. Se você sabe de alguma coisa, ele vai ser o último a saber.”

Como foi a sua pesquisa? Você se inspirou em alguém?

“Foi feita uma pesquisa. Existem professores que tem blogs ensinando a falar, é tanto para brasileiro falar o sotaque libanês, quanto direcionado para o público que tem sotaque. Ele ensina como fazer aquilo, tem algumas coisas como o R na china ou no japão.

Todo trabalho de ator tem muita lição, não só como ator, mas como pessoa. A gente observa as coisas e vai filtrando, peneirando e acaba compondo isso. […] O Assad tem uma coisa bonita, é como se fosse uma criança que está falando com erros e não está se importando não, ele sabe que se comunica e precisa fazer negócios.”

Casamento

O que você acha que levou ela a trair ele?

“Eu acho que ele é muito voltado aos negócios, eu tenho uma sensação que ela é insatisfeita, ela não está com o Assad porque ela ama ele. Ele é um cara muito legal que ela gostava muito e quando passou da primeira fase ele se casou com ela.

Eu não acho que ela é uma pistoleira, mas ela queria estar bem de vida, mas aí passa um menino e ela se encanta pelo menino. Às vezes esse tipo de situação não tem nem um motivo.”

Esse elenco jovem está chegando bastante preparado. Como está sendo sua troca com a Rayssa Bratillieri?

“Muito legal, são atores bons e eles dão muita conta do recado. O Assad tem uma coisa muito importante que é o improviso e eu improviso mesmo, ocorrem palavras na hora que para a gravação e todo mundo ri.

É diferente bater um pingue-pongue com um ator experiente, maduro e que está mais habituado com esse jogo que para nós é uma coisa importante e um ator que é mais jovem se atrapalha mais. Esses dois são ótimos, eles não precisam ser tutoreados.”

O que você vai fazer após a novela?

“Eu vou fazer uma viagem curta, não tenho planos ainda não. Gostaria de trabalhar, estou vendo uma coisa de teatro mas ainda não tenho certeza, tem uma série também mas não tenho certeza.”

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