“Sombra” da edição passada é o principal empecilho do BBB 21

Globo aumenta pressão da nova edição ao compará-la com BBB 20

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A Globo parece disposta a repetir o sucesso estrondoso da última edição do Big Brother Brasil. Com o sucesso da temporada vencida pela médica Thelma, a emissora se viu na obrigação de fazer algo ainda mais grandioso. Porém, ao repetir a mesma fórmula da edição passada, o BBB 21 corre o risco de ficar na sombra de seu antecessor.

Dividir o jogo entre “pipoca” e “camarote”, mesclando pessoas famosas (ou quase) e anônimos, mostrou-se um grande acerto da última edição. Por isso, a estrutura se manteve, e trouxe até mais conhecidos que na edição anterior. Nomes como Fiuk, Karol Conka, Carla Diaz e Projota dispensam apresentações para a maioria.

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Entretanto, o BBB 20 mostrou que ter certo grau de fama antes de entrar no jogo não significa vitória, tendo em vista a vitória de Thelma. Mas, certamente, garante sobrevida e engajamento dos fãs, vide Manu Gavassi. Ou seja, no frigir dos ovos, os candidatos conseguem alcançar certo pé de igualdade no decorrer do jogo.

Porém, a fórmula repetida faz com que o público remeta à edição anterior naturalmente. Quando a mesma estrutura é montada, é impossível não olhar para os “brothers” da vez e atribuir-lhes rótulos que os comparem aos jogadores anteriores. Quem é o Babu da vez? E a nova Rafa Kalimann?

Com isso, o BBB 21 parece começar com jeitão de continuação do BBB 20. O que pode ser um problema. Afinal, se os atuais jogadores não renderem tantas emoções quanto os anteriores, a decepção virá. Como se sabe, quanto maior a expectativa, maior é uma possível decepção. Ou seja, fazer o público lembrar do BBB 20 o tempo todo pode não fazer bem ao BBB 21.

Ou seja, o principal desafio da edição 2021 do Big Brother é conseguir trilhar um caminho próprio, que seja tão movimentado ao ponto de fazer o público se esquecer da edição passada. Uma missão das mais espinhosas. Não é fácil suceder um produto tão vitorioso, sem dúvidas.

Mas o elenco atual é promissor. Mais uma vez, a direção do programa aposta em personalidades distintas, de modo a criar diferentes tipos de relacionamento. Tudo bem que a “pipoca” é formada pelos mesmos tipos de sempre, mas há boas possibilidades de dinâmicas ali. Resta saber qual será o resultado desta mistura.

*As informações e opiniões expressas nessa crítica são de total responsabilidade de seu autor e podem ou não refletir a opinião deste veículo.

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