Reprise de O Auto da Compadecida em horário nobre reforça que produções “velhas” têm público

Publicado há 10 meses
Por Fábio Costa
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Mais de 20 anos depois de sua primeira e única exibição na TV aberta no formato de minissérie em quatro capítulos, O Auto da Compadecida fez bonito na reprise que a Globo decidiu promover nesse começo de 2020. Desde 1999, quando transmitida pela primeira vez, a obra de Ariano Suassuna em adaptação de Guel Arraes, Adriana Falcão e João Falcão só havia retornado ao vídeo em capítulos no Canal Viva. A Globo reprisou O Auto da Compadecida diversas vezes, mas em formato de filme. Com efeito, a minissérie pode ser considerada um caso à parte de “fenômeno” de repercussão, além do fato de ser bastante breve e, por isso, não cansar. Todavia, seu sucesso em horário nobre não invalida a hipótese de que reprises de conteúdos mais antigos devem ser oferecidas ao público em horário nobre quando houver a oportunidade. Mesmo que apenas no começo do ano, quando a coisa ainda fica mais tranquila e são feitas poucas apostas de maior porte, minisséries e mesmo novelas poderiam ser oferecidas aos espectadores fora do Vale a Pena Ver de Novo ou do canal Viva, que existem para isso. Quando menos, o sucesso de ambos comprova que existe quem queira rever, ou conhecer, programas mais antigos. Não custa lembrar a sugestão do Festival Globo 55 Anos neste ano, que já fizemos neste espaço.

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