Regime de temporadas ou séries e minisséries longas na linha de shows da Globo; o que é melhor?

Publicado há 9 meses
Por Fábio Costa
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Nos últimos anos, a Globo deixou de lado as minisséries longas, que duravam o primeiro trimestre todo, e passou a investir em produções mais curtas. Bem como alternou formatos de dramaturgia diária e semanal e instituiu um regime de temporadas na linha de shows, que segue ao longo do ano todo. Se por um lado a prática parece saudável, já que a alternância de conteúdos atende a vários públicos e também a uma média linear de audiência, não seria o caso de, por outro, apostar também em produtos de duração mais longa e de transmissão contínua? Há também, afinal, o espectador que nem se preocupa em acompanhar algo que pode vir a perder em uma ou duas de poucas ocasiões nas quais o programa será exibido na linha de shows da Globo. Vários passos têm sido dados na direção da duração ideal dos programas. De modo que nem toda série precisa ter temporadas de muitos episódios, nem toda novela precisa durar seis meses, nem toda minissérie precisa ser curta e corrida, na base do “piscou, perdeu” e por aí vai. Sabe-se que há que entender-se a integração de janelas da Globo, com TV aberta e GloboPlay, e projetos que se encaixem nas duas, claro. Mas essa já é outra conversa.

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