Na segunda reprise no Viva, Vale Tudo segue muito atual

Publicado há 3 anos
Por Endrigo Annyston
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O Canal Viva está exibindo, pela segunda vez, a reprise de Vale Tudo, um dos clássicos da teledramaturgia e não restrita apenas à famosa questão “Quem matou Odete Roitman?”, pergunta que surge apenas nos capítulos finais.

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Até lá, vemos Maria de Fátima dando um golpe na própria mãe, Odete falando absurdos (e verdades) sobre o Brasil, Marco Aurélio pintando e bordando até chegar à famosa banana ao país.

Além disso, os golpes de César, Rubinho tentando passar a perna na ex, Ivan sendo honesto e pagando um preço alto por isso ao invés de ser valorizado, dentre outras coisas.

Vale Tudo chega aos 30 anos – e o Brasil ainda não mostrou sua cara

Ou seja, Vale Tudo continua muito atual: olhamos nossos problemas e os dos vizinhos/amigos, ou quando ligamos o televisor, as notícias são as mesmas.

Em resumo, pessoas agindo de má fé, políticos corruptos. O que menos acontece é ter boas notícias.

Esse é o lado ruim dessa novela, pois ela serve para qualquer época em que é reapresentada. Isso prova que não evoluímos.

Sim, é sempre muito bom rever Vale Tudo, mas o Brasil ainda não mostrou a sua cara. Com tanto potencial, segue famoso pelo “jeitinho brasileiro”. Uma pena.

*As informações e opiniões expressas nessa crítica são de total responsabilidade de seu autor e podem ou não refletir a opinião deste veículo.

Lésbica em Vale Tudo, Lala Deheinzelin fala sobre a novela

Conhecida por ter feito várias produções da TV, entre elas Vale Tudo (1988), trama na qual vivia Cecília, esposa de Laís (Cristina Prochaska), formando o primeiro casal de lésbicas da televisão brasileira, Lala Deheinzelin afirma que apesar dos problemas, hoje o tema é tratado de forma mais clara e revelada.

“Naquela época tínhamos que cuidar muito em como criar as personagens para que as pessoas pudessem empatizar com elas”, declarou à Patrícia Kogut.

 

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