Dancing Brasil apresenta evolução em nova temporada

Publicado há 3 anos
Por André Santana
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Parecia arriscado emendar duas temporadas de Dancing Brasil. Afinal, trata-se de um formato esquemático, que se repete semana a semana e que, portanto, carece de uma pausa para dar um “descanso” ao espectador. É preciso que a audiência sinta saudades do programa, para garantir uma vida longa e próspera a ele. Basta ver o exemplo do SBT, que emendou temporada atrás de temporada de Supernanny e acabou desgastando o formato, por exemplo.

No entanto, com a segunda temporada de Dancing Brasil em andamento, também pode-se observar uma vantagem neste retorno relâmpago. A equipe de produção e o cast já estão “quentes”, ainda no embalo da primeira temporada. Assim, o que se vê no ar é um programa mais maduro em todos os sentidos. Dá pra notar uma produção mais bem-acabada na atração das noites de segunda-feira da Record.

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Xuxa apresentando um formato que não é sobre ela está cada vez mais à vontade na função. Ela vestiu a atração e nada de braçadas na apresentação. E se destaca sempre que foge do texto, mesmo que isso aconteça poucas vezes. Fica a dica para os roteiristas e diretores do programa: deixem mais tempo para explorar a espontaneidade da apresentadora. Ela pode surpreender.

Sergio Marone segue robótico como sempre, mas até ele parece mais à vontade em relação à primeira temporada. Os jurados Fernanda Chamma, Paulo Goulart Filho e Jaime Arôxa , ainda no gás da primeira leva, aparecem mais exigentes, no melhor sentido da palavra. Suas análises e orientações deixam a competição mais saborosa. Quanto ao novo elenco, chama a atenção a falta de traquejo de boa parte dele. Ao contrário da primeira edição, onde quase todos pareciam saber o que fazer, nesta nova fase há vários “pernas-de-pau”. Um deles, Fernando Pires, foi o primeiro eliminado, na noite de ontem (31). Chega a ser engraçado acompanhar.

Por fim, outro mérito de Dancing Brasil é dar alguma dimensão a personalidades que andavam meio sumidas. O principal exemplo é Suzana Alves, que passou boa parte de seus anos pós-fama “brigando” com sua personagem Tiazinha. Agora, se vê uma Suzana Alves de fato, que esbanja carisma e está muito bem na competição. Tiazinha ficou no passado, definitivamente.

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*As informações e opiniões expressas nessa crítica são de total responsabilidade de seu autor e podem ou não refletir a opinião deste veículo.

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