Controvérsias marcam a sétima temporada do The Voice Brasil

Publicado há 2 anos
Por André Santana
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Com a consagração de Léo Pain, do time de Michel Teló, a sétima temporada do The Voice Brasil chegou ao fim. A atração da Globo, no ar desde 2012, testou algumas mudanças na atual safra, no intuito de driblar o inevitável desgaste da fórmula. Com isso, teve altos e baixos nestas semanas no ar. E a escolha do vencedor não foi bem uma unanimidade junto ao público.

A grande novidade da temporada foi a exibição de dois episódios por semana. Funcionou. O novo sistema permitiu que a leva tivesse mais episódios e menos semanas no ar. Assim, deu a impressão de agilidade, ao mesmo tempo em que ganhou mais espaço para um melhor desenvolvimento das etapas. Além disso, deu uma nova cara à linha de shows da Globo, pois, pela primeira vez em anos, o canal não exibiu dramaturgia na faixa por um bom período.

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No entanto, o novo dia de exibição não impediu que os técnicos caíssem em suas habituais repetições. Carlinhos Brown e Lulu Santos, os “veteranos”, seguem reforçando personagens que criaram para si mesmos. Michel Teló, aos poucos, começa a ir pelo mesmo caminho. Perigoso. Já Ivete Sangalo, a mais recente aquisição do programa, não brilhou tanto quanto em sua temporada de estreia. Teve seus momentos divertidos, mas não houve grande destaque.

The Voice: Léo Pain dividiu opiniões

Na reta final, alguns favoritos despontaram no The Voice Brasil. Foi possível observar uma torcida sendo organizada para Kevin Ndjana, Murilo Bispo e Priscila Tossan. Mas, estranhamente, Murilo e Priscila não chegaram à final. Entre Murilo e Erica Natuza, Carlinhos Brown optou por dar pontos extras a ela na semifinal, levando à eliminação de Murilo. Já Priscila, do time Lulu Santos, não conseguiu ser salva nem mesmo pelo seu técnico, que lhe deu os pontos extras. Isso não foi suficiente para que ela ultrapassasse Isa Guerra na votação do público.

Priscila caiu nas graças dos técnicos graças à originalidade de sua voz. Mas perdeu pontos junto ao público ao optar por uma versão reggae de “O Sapo Não Lava o Pé”. Uma pena. Ela mostrou ousadia e confiança ao pegar uma simples canção infantil e transformá-la num espetáculo. Num tempo em que sobram artistas fazendo mais do mesmo, Priscila mostrou personalidade. Mas pagou o preço por isso.

Assim, quem venceu foi Léo Pain, do time de Michel Teló (que segue invicto no The Voice, diga-se). Mais uma vez, a controvérsia se fez presente, já que Pain nunca foi lá muito expressivo. Se levarmos em consideração que os vencedores raramente vão adiante, o sertanejo terá um desafio e tanto pela frente. Enquanto isso, os favoritos eliminados podem aproveitar dos holofotes para tentar uma sobrevida. Lucy Alves e outros nomes já mostraram que é possível.

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*As informações e opiniões expressas nessa crítica são de total responsabilidade de seu autor e podem ou não refletir a opinião deste veículo.

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